Diario de -Xin-

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Diario de -Xin-

Mensagem por Sagat em Qua Jul 27, 2011 2:47 am

Ultimo treinamento

Com o susseso do final de meus trinamentos não poderia imaginar o q viria pela frente, já estavamos no salão de jantar onde esvamos todos reunidos, meu mestre estava na pota da mesa em lugar um poco mas elavado em sinal de respeito e ele era servido primeiro depois nós comiamos.
Era um lugar aconchegante, uma grande mesa de madira nobre e antiga rente ao chão com almofadas ao redor para sentarmos, uma grande lareira com pinturas dos gran mestres acima tudo muito simples mas nos trazia paz, olhando em volta e so agora percebendo como as coisas pra mim tinhão mudado e muito mas nao sentia saudades de meu passado, fui interompido por Respen.

- Xin..vejo q sua mente ainda esta disperça..algo lhe pertuba a paz ??
-Não mestre, apenas vejo o como minha vida era limitada e i tempo q perdi fazendo q fazia.
- Entendo..mas nunca se perde tempo apenas o caminho e graças a Ilmather vc voltou ao seu caminho.
Concordei com a cabeça e voltei a confratenização com meus amigos e irmãos,a noite ia rolando depois do jantar fizemos as selbrações devidas e nos divertimos em pequeno troneio de arte e musica "q nunca foi meu forte " Respen nos observando ao longe aplaudindo e se divertindo durante toda a noite e quando deu a hora de dormimos ele me chamou em na sala de treinamento dizendo q tinha algo para me falar.
- Queria q me fize-se um favor antes de ir dormir
Nao entendi muito bem mas ja q ele q estava me pendindo aceitei sem contestar
- quero q va a pedra do lago e monte guarda pois preciso mandar um dos vigias ate a cidade para pegar mantimentos, aproveite e relaxe um pouco.

- Com toda certesa..estou indo entao se nao precisar de mim mestre.
- Não so tome esse cha antes de ir la fora esta frio vai aquecelo.
Tomei o cha e o agradeci com sinal de mãos e parti pra meu posto.
Sentado na principal pedra no centro do lago, olhando para as estrelas de uma bela noite de lua cheia, eu era o unico acordado. Em posição de lotus tentando chegar ao nirvana algo quebro a minha concentraçaõ.
Vi o céu ficar escuro rapidamente, uma nevoa rasteira mas dença começou a cobrir todo o chão do monasterio e a superficie do lago era como se estivesse viva e ia avançando cada vez mas rapida.
Levantei-me e segui pelo caminho de pedras que leva ao patio, e quando toquei a nevoa parecia uma especie de algodão pegajoso, e medida q andava pela nevoa parecia que ela queria me prender.
Andando pela quela coisa pegajosa tentando entender o que estava acontecendo, eu ja estava me acustumando com aquilo e conseguia me movimentar normalmente por ela, olhando e andando pelo monasterio vi q a nevoa cobria todo o seu interior. então decidi chamar os meus amigos corri ate o dormitorio. chegando la tive us surpresa nada agradavel. Todos os outros monges estavão em uma especie de extase com os olhos vermelhos, e sem saber como agir corri para os aposnetos do meu mestre.
Atravessando o patio em direçao aos aposentos de Respen, fui surpreendido com os portões do monasterio sendo aremessado com violencia na minha direção.
Pulei por cima do primeiro e ao final de correr pela lateral do segundo aterissei com um rolamento e ao tocar o chão senti a nevoa mas dença e pegajosa q nunca, e ao olhar para entrada vi dois olhos vermelhos q mas pareciao orbs as mesmas faziao parte da uma maça negra com formato humanoide q surgira ali.
Ela me olhava fixamente como se visse dentro de minha alma procurando por algo ao mesmo tempo que tentava dominar minha mente, e a medida q ela ia se aproximando o brilho em seus olhos ia aumentando ate q ciamos frente a frente. Naquele momento eu sabia q tinha de ficar alerta, quando em um piscar de olhos a criatura tomou postura de combate e desferiu o primeiro golpe, q mas parecia um raio pela velocidade e potencia, mas graças a Ilmather e aos meus trinamentos consegui evitar o gole pulando pro chão e para traz
enquanto dava impulço com as mãos vi o buraco q o golpe tinha feito, entao voltei em uma vuadora em resposta e pra minha surpresa a criatura bloqueou dando uns passos para traz.
Entramos em um combate arduo usando tudo q sabia, e em diverssos pontos do monasterio lutamos ferenhamente mas de ambas as partes avião bloqueios e esquivas, lutamos de igual para igual por um tempo q se perdeu em mminha mente a criatura parecia prever meus movimentos, conhecia os estilos e segredos da orden, ate msm os mas bem guardados e isso foi me preocupando pois aquele conhecinmento era perigoso em mãos erradas e eu nao podia permitr q aquilo continua-se.
Depois de mas uma esquiva q abriu um grande buraco na parede, tentei converssar com a criatura ela nao me respondia ela so lutava sem parar so queria me destruir a situação parecia se complicar mas ainda sentia meu corpo começando dar sinal de cansço pelo longo combate, e em mas uma tentativa de me agarar q falhou paramos e ficamos nos analisando, respirei fundo e vi q akilo nao podia ser natural eu ja estava chegando no meu limite e a criatura nao dava sinal de cansaço. quando percebi uma leve acompanhada de movimentos da criatura. fechei os olhos e decidi so usar a audição e meu sexto sentido para limpar a mente e desvendar oque estava acontecendo. escutei a criatura se aproximando rapido e quando esperava o golpe sua presensa sumiu repentinamente e ao abrir meus olhos a formas ainda estava ali mas a presença tinha desaparecido por completo.
Com um sorriso no rosto penssei "ja sei seu segredo ", voltei a fechar meus olhos e caminhei devolta ao centro do lago e retornei a possição de lotus, e ao abrir meus olhos senti a mão de meu mestre no meu ombro olhei e vi q ele estava com um soriso de satisfeito.

- Meus parabens Xin você conseguiu. agora dexe-me ajuda-lo a semana q vc ficou ai foi dura pra você.
- Que sirva de lição Xin
" nada e oque parece e o inimigo mas poderoso que podemos encontrar em nossa jornada e a nossa mente...Domine sua mente e a doutrine e vera q nada e impossivel ou inalcanssavel"
Levantei-me e com muita dificul sendo apoiado por Respen, fui guiado ate o quarto q desabei durante dois dias mas as palavras e a experiencia nunca sairao da minha mente.


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Re: Diario de -Xin-

Mensagem por Sagat em Dom Jul 31, 2011 3:55 am

AMOR DE NIFA
Depois de completado todos os treinamentos, já era hora de partir para o mundo,ir ate os mas necesitados seja de evolução material ou espiritual.
Isso me levou a conhecer diverssos tipos de pessoas e criaturas, mas foi em Shaarque tive minhas melhores experiencias. Avia partido pra lá com uma caravana de nomades comerciantes das mas variadas especies, seu lider era Zaikon, um anão dourado q me pediu para fazer sua proteção pelo caminho junto mas alguns homens. Eramos entorno de 20 seguranças 6 caroças e 4 carroagens a familia de Zaikon e de mas alguns comerciantes que ao contrario do q se falava ele era bem simpatico.
Já estavamos viajando a uns 6 meses, parando para negociar e descançar e em uma dessas pardas Zaikon me pediu para acompanhar as mulheres e crianças ate o riacho com mas 2 guardas era um lugar tranquilo com agua linpida e calma com alguns peixes.
Enquanto as mulheres se refrescavão e brincavao com as crianças eu e os outros motamos um cerco de segurança, um pouco afastado formando um triangulo eu fui para uma ponta mas alta para ter uma visao maior e ao subir em uma pedra mas alta, vi uma linda mulher loira com olhos azuis bem claros e curvas que deixariao qualquer homem louco e comigo não foi diferente fiquei olhando pra ela sem conseguir parar de olhar tamanha belesa fisica. Ela estava se banhando nua em uma pequena bacia natural e após algun tempo ela percebeu minha presença, que para minha surpresa teve uma reação nada esperada, achei q ela iria gritar e correr por ter alguem a olhando, mas ela veio em minha direção e com um sorriso que mas parecia um lindo dia de sol.
-Que tanto olha ghif?
-Nunca viu uma mulher nua antes ?
-Não com essa naturalidade e calma toda. quando ve q esta sendo observada
-Me desculpe por espiar..mas não consegui dexar de olhar me disculpe.
-Não se perocupe eu causo sempre esse efeito nos homens.
-Meu nome é Xin.
-Meu e Evelyn.
Nos comprimentamos, e ainda meio sem jeito por nao conseguir para de olha-la ela resolveu se cobrir.
-E onde esta sua caravana senhorita?
-Pode me chmar de Eve, e não estou com uma caravana estava so de passagem e me refrescando ate encontrar um novo adimirador.
-Não era minha intenção mas uma vez me desculpe?
-Estou brincando com voçê seu bobo.
-Nossa uma mulher linda como você sozinha por aqui.não e perigoso ?
-So para aqueles que tentarem me fazer algum mal.
Confeço q fiquei curioso com a situação mas achei melhor nao me aprofundar pois ela nao parecia estar blefando.
-Bem se quiser pode vir comigo e a caravana que estou protegendo.são pessoas boas comerciantes e nomades estamos indo para o sul.
-Sul.É jura ?
-Sim..e então vamos ?
-Nossa q bom ver q ainda tem pessoas bondosas nessa terras..aceito seu convite
E enquanto nos iamos para o acampamento ela foi me contando para onde ia, de onde vinha e o porque de estar ali.
falei com Zaikon. e com eu nao dava despesas com comida, ele aceito q ela viaja-se conosco e partimos mas uma vez.
A viagem foi seguindo e eu e Evelynfomos ficando cada vez mas prozimos os dias e o meses se passarao e nos nos aprocimamos rapido e em dois meses juntos ficamos juntos, formamos um casal.Descobri q ela era uma ninfa e q sua historia era parecida com a minha acho q isso q nos deu mas força e nos aproximou tao rapido e como eu ela tinha decidido abandonar o passado e começar uma vida nova.
Juntos lutamos, rimos e brigamos como todo bom casal, lutava-mos lado a lado descobri que ela tinha uma grande abilidade de combate, e de tratar com as pessoas e com passar do tempo fui aprendendo como por osmose (Risos)e, por outro lado eu fui encinando ela a ser mas despresa das coisas materiais e o caminho da sabedoria e apos 1 ano ela decidiu se juntar a mim em meus votos.
E nossa ultima parada em um pequeno templo de selune nos casamos e decidimos q era hora de parar e formar uma familia, muitos ficarão espantados e com razão pois eu era um ghit e ela uma ninfa, mas nao ligavamos para os outros o importante e q nós nos amavamos.
Foi um dia como nunca mas esquecerei , um druida q realisou nossa uniao em baixo de uma queda d'agua onde fiz nossa casa pos o casamento, Eve estava linda como nunca, foi bem simples mas estavamos cercados pela naturesa e amigos isso q importa. Pós o casamento teve uma selebração mas simples mas todos participarao ate msm os animais q faziao parte da floresta.


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Re: Diario de -Xin-

Mensagem por Sagat em Qua Ago 24, 2011 7:15 am

O Chamado Importane


Já avia se passado 5 anos desda minha partida do monasterio, e apenas 3 q eu estava casado com Evelynmoravamos num lugar tranquilo e muito belo cercados por animais pequenos, e grandes mas todos pareciao ter se acustumado com nossa presença por ali.
Nossos dias erao ajudando esses msm animais e alguns pessoas que se perdiao na floresta a achar o caminho de volta pra casa e e claro cuidavamos q os q entravao na floresta com pessamentos malignos tinhao suas estadias mas curtas na floresta.
Uma bela noite, enquanto eu eEvelynestavamos aproveitando uma das poucas noites calma pra namorar nao sabemos o pq mas parecia q a floresta tava impolvorosa e já avia algumas semanas.
sentimos q algo iria acontecer, com uma movimentação proxima de nós Evelyn ficou receosa e quando fomos ver.
Era Julian, um irmao de orden,ele era um dos mas rapidos e abilidosos do monasterio e pra ele estar ali algo estava errado em "casa".
E ao chegar mas perto, vimos que ele estava muito ferido em suas mãos uma criatura demoniaca e ao chegar perdo de nós ele desabou aparei-o em meus braços e Eve fez de tudo q podia mas nao dava mas tempo meu amigo elfo avia morrido..
-Sinto muito mas nao consegui salvalo.
ainda olhando pra criatura, ao lado do corpo de meu amigo, fiquei sem saber o q estava acontecendo, e nao acreditava q um dos meus mellhores amigos avia caido em combate, logo ele q me ensinou tanta coisa nao dava pra acreditar nos meus olhos mas qunado olhei para Eve, senti sua tristesa por ver um ser vivo morrer ainda mas sendo um elfo, mas ainda nao sabia o pq ele estava aqui e muito menos pq uma criatura demoniaca o atacara.
Falei comomentei com ela q ele estava muito longe de casa
-Sera q esta tudo bem por la ?
-So indo ate la para saber..
-Mas fica muito longe daki e como teve esse ataque ficaria preocupado com vc..
-Ele esta muito longe de casa, sera que ele nao veio para justamente lhe avisar de algo?
-Sei q se preocupa comigo Xin mas, mas teve um demonio aki nunca teve tal criatura aki antes e voce nao deve ignorar isso...eu sei me virar sozinha esqueceu ?
-Sei q você sabe se defender e muito bem...
Apos um longo tempo ponderando decidi partir de volta ao monasterio para ver q estava acontecendo contra minha vontadeEvelyn ficara em nossa casa disse q agora mas q nunca ela tinha de proteger nosso lar mas q estaria sempre me esperando.
E na noite anterior minha partida tivemos nossa ultima noite juntos a te q eu regresa-se.
Ainda lembro-me bem, de deixala nos limites da floresta ela com um semblante bem tranquilo enquanto eu partia mas nos sabiamos de alguma maneira q nao ia voltar por um longo tempo mas nao dexamos transparecer. Subi em um de nossos amigos animais, uma Aguia gigante ela era o companheiro de Eberon o druida q tinha nos casado e um dos amigos q ajudava a cuidar da floresta
E desdesse dia nao instante onde nao pensse em minha amda.


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Re: Diario de -Xin-

Mensagem por Sagat em Qui Set 08, 2011 2:08 am

Novos Mestres


Já avia se passado 2 anos q Sakura tentara fugir, e tudo tinha voltado ao normal pelo menos era q eu achava. Estava chegando a época dos festivais de inverno, e como todo ano fazia fui escoltar a caravana ate o outro lado das terras de meu Dai Mio , pois assim ele se sentia mas seguro sobre a chegada de seus presentes .
Sobre o caminho nada de novo , como os anos anteriores alguns ladroes mas nada de alarmante, pois alguns já me conheciam não chegavam mas perto da caravana. Quando voltei foi minha surpresa, ao subir as escadarias do palácio pra informar o meu regresso me deparei com um Dai Mio preocupado com algo, mesmo se deixar transparecer mas pela minha experiência com as pessoas sabia q tinha algo de errado e antes mesmo de eu me ajoelhar ele me disse que os 3 príncipes tinham partido para o ocidente sem qualquer proteção aviam fugido .
Eu já sabia quais eram minhas ordens, então sem dar uma palavra parti atrás deles, confesso que não foi difícil encontra –los pois como eram da realeza eles deixavam rastros, e isso facilitou bastante meu trabalho a ultima pista que tive deles foi em um pequeno vilarejo onde por um acaso deve um problemas com demônios achei q fosse com o BAKEMONO mas pelas descrições a coisa estava ficando seria por aquele lugar, e mesmo com o povo ainda abalado consegui saber a direção pra onde partirão.
As informações dava a direção de um grande lago, onde tinha um acampamento de goblins por perto e pra lá fui. Andando pela floresta procurando meus mestres vi Emiko escondida m uma arvore vigiando a are, ali sabia que eles estaria por perto então andei em sua direção como se não estivesse a vendo e quando ela me abordo mostrei meu rosto e logo veio o bom e velho “ Grande Lagarto Verde”. Fiquei parcialmente feliz pois um de meus protegidos estava ali mas ainda faltava 2 deles então pedi a Emiko q me leva-se ate eles.
Pra minha surpresa sim eles estavam dentro do acampamento de goblins , mas não estavam sós, mas sim com um grupo relativamente grande e sentado em um canto vi Sakura e Sassu fui ate ele pois ele era o mas velho , disse o porque eu estava lá e dei o recado de seu pai , e como de costume o impetuoso príncipe, disse me que eles estavam em uma jornada para salvar o mundo e que eles iriam ajudar a cumprir uma certa profecia alo sobre 7 irmãs.
Não entendi muito bem de inicio mas ele me explicou e acabei concordando em ficar ali e protege-los , mas fomos interrompidos pelos outros membros do grupo pois queriam saber quem eu era se era confiável e. levantei-me e disse q eu era Xin o guarda costas pessoal de Emiko, Sakura e Sassu iria com eles onde eles focem, e nessa hora Sassu como o irmão mas velho e por direito meu superior ali disse me que eu deveria proteger a todos ali como eu protegia aos 3, e daquele momento em diante eu não tinha mas 3 príncipes e sim 11.

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Re: Diario de -Xin-

Mensagem por Sagat em Ter Set 13, 2011 7:36 pm

Festa-Sorrisos-Brincadeiras-E um Acidente



Os dias foram passando e logo chegamos a outra pequena vila, a única coisa q chama a atenção era uma grande torre, bela porem misteriosa ,e ao chegarmos na pequena ponte do vilarejo o povo ficou apreensivo pois éramos um grupo grande e logo a milícia veio ao nosso encontro mas após algumas perguntas ficarão mas tranquilos , estávamos apenas de passagem iriamos comer e descansar de pois partir e eles nos indicarão uma estalagem.
Logo que entramos a estalagem recebemos todas as atenções éramos muitos e exóticos para o local. Sakura , Sassu e Emiko foram ao balcão enquanto o gigante Panco a pequena Lia com Ka Mona e Artorios enquanto Konia e Anabeth eu fiquei mas próximo a janela e a saída como de costume era pra evitar surpresas indesejadas .
Logo o franzino Konia tira uma garrafa da bolça com uma bebida estranha com liquido mas estranho ainda, o mas curioso e q todos da caverna olharão para tal garrafa e ao mesmo tempo que Konia pede um copo grande de leite, logo dois Elfos um Homem e o outro com atos duvidosos ficaram olhando o jovem mago e um Anão e 2 humanos se aproximarão e começarão a zombar dele dizendo que com uma garrafa daquelas ele estava tomando leite e uma serie de palavras ofensivas e fazendo pouco caso dele. Ate que o mesmo os chamou para uma disputa com o tal liquido, os humanos aceitaram achando q iria derrota-lo o Anão por conhecer a bebida decidiu ficar fora.
O primeiro pelo cheiro já foi derrubado e o homem urso q estava vendo tudo de longe decidiu participar da disputa, infelizmente pra ele não teve muita sorte e logo caiu só ficando o ultimo humano na disputa, mas também caiu após o segundo copo que fez com que Konia ganha-se um grande respeito ali pois o franzino mago derrotará 2 humanos 1 homem urso e fez com que 1 anão não participa-se da disputa. Mas como tudo na vida tem sempre os dois lados da moeda e depois dessa grande quantidade de álcool ele ficou bêbado com eu nunca tinha visto alguém .
Sakura, encantava a todos da estalagem com sua bela voz enquanto a pequena Lia e Emiko dançavam harmoniosamente com a melodia, eu feliz de onde estava pois todos estavam mas relaxados e sentia que eles precisavam disso.
A noite foi passando e o porre de Konia não diminuía e com isso as investidas de um dos elfos não parava mas mesmo bêbado ele não caiu ate q todos decidirão dormir e com, e no segundo andar todos começaram a entrar em seus quartos, konia ainda estava muito bêbado tentava dormir em todos os quartos das mulheres mas sem sucesso.
Anabeth cansada de ver Konia de um lado para o outro decidiu pregar uma peça no jovem mago, afinal era poucos os momentos de paz e tranquilidade que tinha pelo pouco que deu para observar então resolvi não me meter.
Ela foi ate o elfo mas afeminado e disse que o jovem Konia o aguardava em seu quarto , e após a entrada do elfo se passou alguns minutos antes do jovem sair esbravejando tudo q via pela frente. Anabeth começou a rir no corredor brincado com ele e satisfeita pela peça bem sucedida q avia aplicado. Na quelo momento vi uma jovem normal se divertindo isso me deixou feliz contrario de Konia , que veio em minha direção e preocupado com que poderia acontecer com ele pediu para q eu velasse o sono dele.
Em uma das minhas muitas idas e vindas pelos corredores vi algo q jamais sairá da minha mente Konia em posição fetal tendo leves espasmos com a perna direita e ao fim dos espasmos vi suas vestes e chão em volta serem cobertos rapidamente por algo molhado...sim ele se mijou mas mijou de uma maneira que so animais grande como cavalos e elefantes podem fazer , e com receio do ele poderia fazer deixei-o dormir por ali mesmo , mas o acordei pela manha para poder se lavar e se trocar e como ele não se lembrava de nada ele me acuso de ter urinado nele durante anoite q eu tinha me aproveitado.

“ Um dia cômico e engraçado, em meio de algo que não compreendíamos e que estavam prestes a acabar”




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Re: Diario de -Xin-

Mensagem por Sagat em Qua Set 21, 2011 9:07 am

Dijanira – Ardilosa e venenosa – mas necessária


Andando pela cidade procurando um lugar para comprar e negociar itens, descobrirmos a torre pertencia a Sidarta um poderoso mago eu decidiu viver a sua vida em paz. E nada melhor que uma pequena vila.
Dirigimo-nos para lá e ao chegarmos fomos recebidos por uma pixe , dissemos que estávamos a procura de Sidarta estávamos interessados em comprar e vender itens e ela o foi chamar e pediu que esperássemos ali mesmo na entrada e após algum tempo ele apareceu .
Sidarta era diferente dos demais magos, mas extrovertido e simpático, nos perguntou o porquê estávamos lá e Konia por conhecer sua historia, disse a ele o porquê estávamos ali e pra onde estávamos indo e para nossa surpresa ele nos disse q ira ajudar-nos a medida do possível mas não ia se intrometer por completo nessa profecia, e com isso começamos a negociar os itens com ele por um preço muito mas acessível que em qualquer outro lugar.
Meus mestres compraram seus itens, junto com alguns pergaminhos e varinhas, pois dali para frente às coisas iriam começar a complicar ainda mais.
Pagamos por pergaminhos de tele porte e também para ele abrir um portal ate onde iriamos procurar uma das irmãs seu nome, Dijanira tínhamos de leva-la aos picos dos trovoes. Lugar esse onde estavam as outras irmãs bem protegidas e depois delas juntas a profecia irai se concretizar.
Então após um tempo de preparação Sidarta usando pó de prata runas e desenhos abriu o portal ele era azul e não enxergávamos nada do outro lado mas isso faz parte da magia atravessamos e chegamos a cidade, pra ser mas exato nos limites da cidade para não levantar suspeita e adentramos.
O clima era, mas quente que a maioria estava acostumado, e o lugar era bem diferente de tudo q tinham visto, pelo menos boa parte deles era um lugar caótico cheio de ladrões vagabundos bandidos e oportunistas. Bem um lugar de vida “fácil” pra quem gosta.
Sabíamos que Dijanira era casada com um dos 7 filhos e por sinal bem influente na cidade, não ia ser fácil chegar ate ela mas tínhamos de fazer. Anabeth e Emiko deram a ideia de procurarmos por alguém q nos leva-se ate ela com mas facilidade, procuramos por um bom tempo ate q achamos um, quer dizer ele nos achou, de tanto procurar por alguém levantamos suspeitas e com isso chamamos atenção de quem não devia e ele veio ate nos.
Tinha tendência e atitudes duvidosas mas era o único que conseguimos e por falta de opções fomos com ele. Sabia que algo estava errado e resolvi indaga-lo ele ainda tentou mentir mas não conseguiu e com a mentira exposta, nos disse que pra chegarmos a Dijanira teríamos que falar com outra pessoa primeiro, e com isso veio as ameaças por parte de meus mestres e um longo interrogatório. Por fim achamos que o mas prudente seria acompanhar o sujeito para não levantar mas suspeitas.
Andamos por becos e vielas estreitas, que facilmente confundiriam um desavisado e isso lhe custaria muito, andamos por um bom tempo, sempre com a impressão de sermos vigiados e ao procurar pelos nossos seguidores, vi que estavam em torno de nós pelos telhados, pelas ruas e mesmos nas janelas, aparentemente pessoas normais mas com pequenos gestos sutis que os denunciavam.
E sobre essa forte vigilância chegamos ate um largo uma rua sem saída onde avião casas de luxo a parte nobre de tudo aquilo pelo menos era oque aparentava e lá avia mas de nossos observadores, esperem aqui disse nosso “guia”.
Após alguns minutos depois ele desceu e disse que era para nós subirmos e conversarmos com ele decidimos não irmos todos uma parte de nós ficou. Sassu, Konia, Ka mona, eu e lia subimos para falar com o responsável pela segurança de Dijanira.
Fomos recepcionados com um grande banquete, com tâmaras sucos e vinhos e outras variedades de comidas da cultura do tal líder ficamos esperando-o na varanda que dava de frente para um lindo jardim com uma fonte e de onde estávamos dava pra ver Artorios ele se sentia melhor lá pois não gosta de cidades e ficava incomodado e ali ele ficou mas em paz.
Quando o nosso anfitrião chegou, começamos a conversar explicamos que precisávamos falar com ela, que era importante e depois de mandar um mensageiro pela segunda vez em sua casa ela iria nos receber, mas não poderíamos levar nossas armas deveríamos entrar desarmados.
Sassu não gostou, pois seu diacho era sagrado e não iria abandona-lo e por isso ele não iria nesse momento o resto dos meus mestres chegarão nessa hora, e com isso todos juntos tomarão a decisão de mandar os que conseguiriam se virar melhor sem armas caso algo desse errado.
Por fim decidiu-se que iriao entrar Artorios por ser um homem-urso, Ka mona pois era uma combatente bastante criativa, Konia por ser um mago experiente e eu por ser um monge e foi feito nós “largarão nossas armas” e juntos entramos na casa de Dijanira.
Ao passar pelos portões vimos o quão bem era vigiada a casa, avia guardas nos portões e na porta de entrada, subimos as escadas bem trabalhadas e decoradas com vasos e os guardas nos revistaram e entramos, logo fomos recepcionados por uma de suas escaravas que nos guiou por um corredor belo com quadros estatuas uma tapeçaria bela e cara, ate chegar em uma sala grande com um divã uma mesa em sua frente e cadeiras mas afastadas e duas grandes cortinas ao fundo da sala, que se moviam com o passar do ar. E mas uma vez com farta comida a escarava disse nos que sua senhora já iria nos atender e se retirou ficamos acertando os últimos detalhes de que falar para ela com passar de poucos minutos, uma das cortinas se abriu.
Era ela, algo me chamou a atenção, seus olhos, traziam o brilho da luxuria e da ambição neles.
Se sentou e perguntou o porque de estávamos ali e que fossemos breves, deitou-se em seu divã e uma das escravas começou a dar-lhe uvas em sua boca.
Konia, Ka mona e Artorios começarão a argumentar com ela explicarão tudo que estava acontecendo, que o certo seria vir conosco, mas ela era esperta e intransigente, disse que outros avia tentado a mesma coisa e que não errão fortes o suficiente e que não tinha garantia que nos conseguiríamos protege-la e onde ela estava ela estava melhor, que numa caverna suja.
Nesse momento começou uma discussão sobre certo e errado, o bem e o mal e a profecia. Ela mesmo assim não queria saber de nos acompanhar, e nos perguntou como poderíamos provar que podíamos protege-la, já que outras pessoas já avião tentado e nem mesmo passarão em seu teste.
Então Ka mona já impaciente afirmou que quando passássemos em seu teste ela ira nos acompanhar ate os picos dos trovoes e se levantou seguida por Artorios e Konia.
Vi um sarcasmos em suas palavras, enquanto dizia qual era o teste. Tínhamos de chegar os quarto vivos aos portões de sua casa, caso o fizéssemos ela iria conosco.
Aceitamos o teste inicialmente achamos fácil de mas para ser verdade, mas isso iriamos descobrir da pior maneira, Konia deu a ideia de nos tele portar lá para a entrada todos aceitamos e foi feito.
Quando konia acabou a magia estávamos dentro de celas, soltos mas dentro dela, olhando envolta ainda confusos com o lugar Konia nos disse que a casa tinha proteções magicas e que por isso tinha dado errado.
Sabíamos que tínhamos de sair de lá vivos, ou tudo estaria perdido sem baixas, caso contrario tudo seria em vão. Eu comecei a me concentrar para não ter falhas pois a vida de três dos meus mestres estavam em jogo. Ka mona ao ver que eu estava mas nervoso com que estava acontecendo veio a mim e disse.
-Xin aqui você não e um escravo, não tem de se arriscar por nos sem necessidade pois todos temos de chegar lá fora.
- Aqui somos companheiros de combate um vai cuidar do outro ate chegar lá fora.
Concordei com a cabeça e seguimos, mas ainda tínhamos de arrumar arma para Ka mona. Artorios com sua força surpreendente, arrancou bloco com o grilhão e tudo para ela usar como arma, sua força era assustadora e inigualável enquanto Konia se preparava magicamente e eu mentalmente para seguirmos e após alguns minutos começamos a andar.
Ao sairmos da cela e andarmos por um corredor muito antigo e velho, Artorios sentiu cheiro de carne podre e logo todos nós começamos a ouvir barulho ruídos e balbuciar coisas que outrora foram seres humanos, a muitas gerações passadas inumanos mas não mortos vivos mas mais sim inumanos vivos.
E ao nos verem partirão para cima de nos e entramos em combate. Artorios ficou na frente fazendo uma seu corpo uma grande parede de carne musculo e muito pelo.
O combate não durou muito, pois Konia usou uma de suas magias e Artorios usou ainda deu umas belas patadas nas criaturas. Ainda escutamos son de mas criaturas mas quando nos aproximamos vi algo perturbador a inicio achei que eram apenas homens mas avia mulheres e crianças da mesma maneira, com medo de nos mas ainda assim não era uma imagem boa de se ver, mas como não eram nossos inimigos e não apresentavam riscos para nós, deixamos elas em paz e seguimos nosso caminho ate nos depararmos com uma porta grande bem reforçada, era pra conter as criaturas lá em baixo.
Artorios mesmo com sua força não conseguiu derrubar a porta então chegou a hora d eu ajudar com o controle de místico q minha raça tem usei para despedaçar as dobradiças da porta e logo em seguida Artorios a derrubou, que nos levou a outro corredor, esse já com mais celas e prisioneiros de Dijanira.
Bandidos, estupradores a escoria da cidade e alguns inimigos dela, entre outros Ka mona e Konia deram a ideia de libertarmos eles, assim teríamos mas gente para ajudar em nossa saída, foi errado mas precisávamos de Dijanira para fazer um bem maior, completar a profecia.
Calei-me, e eles foram libertados, um dos homens era um capitão de um navio pirata e estava ali com seus homens ele era inimigo dela e fora capturado. Avia também um clérigo de um deus bom que foi contra Dijanira e por isso estava ali, o capitão assim que saiu disse-nos que assim que ele sai-se de lá seria grato a todos nós pelo que tínhamos feito.
Demos alguns passos e uma confusão foi armada um dos presos era um estuprador de criancinhas e bom, a liberdade dele não durou muito, o clérigo ficou indignado com que tínhamos feito e, mas uma vez a confusão foi armada, mas não tínhamos tempo a perder. Disse a ele que assim que se acaba o que estávamos fazendo eu mesmo iria coloca-los devota ali, mas que no momento não tínhamos escolha.
Mesmo com o clima pesado dos outros prisioneiros e o clérigo seguimos em frente ate nos depararmos com outra porta essa não tão forte quanto a outra, e com a ajuda dos presos forçamos e passamos do outro lado avião guardas e atrás deles outra porta.
-Parem!
Olhamos para eles, eram bem equipados e amadurados.
- Não podemos deixar que os prisioneiros saião, vocês escolhem.
-se tentarem ajuda-los, teremos de impedi-los, matem todos que nós abrimos aporta.
Dissemos que não mataríamos ninguém e que se fosse pra sair que nós sairíamos sozinhos, um dos guardas deu um leve sorriso de canto de boca e abrirão passagem para tentarmos.
Ao se aproximar da porta Konia viu que ela tinha proteção magica não daria para despedaça-la então troquei o alvo despedacei o chão embaixo da porta e Artorios cavou o resto.
Ficamos para traz, e os prisioneiros foram na frente, ali nós nos separamos, e após um longo tempo não sei dizer o quanto passamos por de baixo da porta. Quando Artorios o ultimo a passar chegou não escutávamos som algum, nem víamos qualquer tipo de movimento.
Entramos em formação defensiva, mas uma vez e seguimos por mas um corredor, e logo chegamos a um dormitório velho como se ninguém abita-se ali a muito tempo. Artorios nos parou, disse-nos que avia cheiro de sangue afrente.
A morte nos rondava e logo iriamos descobrir. Adentramos pelo dormitório, senti como se algo impregna-se meus movimentos tentando me paralisar, mas graças ao meu controle sobre o corpo a droga não teve o efeito devastador, olhei para o lado e vi que meus mestres estavam na mesma situação, pensamos rápido prendemos a respiração e corremos em direção a saída daquele cômodo.
E no caminho descobrimos os responsáveis por todo o silencio e o cheiro de sangue que Artorios sentiu, todos os prisioneiros estavam mortos, mas de uma maneira estranha, não avia sinal de combate em nem um deles apenas um corte profundo e único em seus pescoços.
E ao olhar más afrente, vimos os assassinos acabando com o ultimo dos prisioneiros, se virarão em nossa direção e começamos a lutar, contra nós assassinos treinados e suas armas envenenadas.
Felizmente, eles não contavam que resistíssemos ao veneno de paralisia e conseguimos derrota-los. Então paramos para descansar um pouco para ver se o efeito do veneno se dispersava para podermos seguir, sabíamos ali que tipo de inimigos enfrentaríamos, tinha de ter mais cautela.
Continuamos a seguir nosso caminho ate chegarmos a outra porta, dessa vez não estava trancada e isso chamou a atenção de Artorios, usando seu faro ele sentiu que avia vários cheiros do outro lado da porta, e ao abrir um pouco para ver de que se tratava veio muitos virotes e nossa direção, Artorios conseguiu fechar a porta antes de sermos atingidos pelos virotes.
E arrancando a porta e usando como um escudo ele nos colocou dentro da sala, onde o combate foi duro com todos. Eram muitos e nós poucos mais estávamos lutando como um, e foi que nos salvou.
Ate onde me lembro, Artorios tomou com um dos virotes e caiu dormindo e o combate se seguiu Ka mona e eu tomamos a frente e não deixamos os guardas de bestas atirarem, forçando-os a sacarem suas espadas e lutarem corpo a corpo mais como disse eram muitos, Konia por sua vez fez uma batalha magica perfeita, dando-nos a vantagem que precisávamos para sobreviver, enquanto eu e Ka mona lado a lado esquivando-nos de espadadas e bloqueando algumas, saltando e atacando demos tudo de nós. Eu só pensava ( não podemos morrer aqui muitos dependem de nos eu ainda não posso e nem vou desistir agora ). Olhei para o lado e vi no rosto de Ka mona que ela partilhava da mesma vontade de vencer que eu.
Ate que senti um ataque pela lateral, foi uma sequencia que mesmo com tudo que sabia não deu para evitar e logo senti o gosto do veneno na boca, minha visão foi ficando turva ainda tentei lutar, mas não os acertava, não conseguia me mexer ou focalizar um alvo, e enquanto caia próximo de Ka mona pensei. (Esta tudo acabado...).
Abri meus olhos, achei que estava morto, quando vi Konia sentado próximo e a mesma sala. Levantei-me e vi q Artorios e Ka mona também estavam acordando que me deixou mas aliviado mas não sem culpa tinha falhado em protege-los e isso me deixou pensativo.
O jovem Konia, mas uma vez se mostrara poderoso e imprevisível, tinha nos salvo nos protegido e lutado contra outros guardas isso sem ajuda, ali sabia que seria eternamente grato não só por ter salvado minha vida, mas sim por ter salvado as vidas dos mestres também.
Enquanto ele nos contava a batalha que travou com os guardas, aproveitávamos para descansar o combate foi duro pra todos especialmente para Konia, sabíamos que ele era um grande mago mas do mesmo jeito, dava pra ver que ate ele estava ficando enfraquecido com os combates em sequencia ficamos um tempo não muito longo só o suficiente para recuperarmos o folego e sair dali agora faltava pouco.
Continuamos a andar. Após um tempo andando por mas um corredor bem decorado, chegarmos em uma espécie de ante sala, vimos duas portas uma na esquerda e outra a direita a da direita parecia um escritório e a da esquerda um “deposito “ ainda pensamos em vasculhar dentro mas essa ideia veio por agua a baixo quando algo chamou nossa atenção.
Uma menina que antes não tínhamos visto, parada em frente a uma porta dupla em nossa frente. Por ilmather, aquele rosto... não sai da minha mente nem um dia após que passamos era uma linda garotinha mas com o olhar e a mente moldada como uma escrava, deveria ter seus 8 anos ou menos não sei dizer, disse-nos que não poderia deixar-nos passar por ela, que ela ira deter-nos e por isso estava ali ainda tentei conversar com ela mas não deu certo Artorios tentara o mesmo mas sem sucesso.
Por ilmather... Fizemos de tudo... Tentamos de tudo juro... Mas antes que pudéssemos derruba-la sem mata-la Konia em um momento de estresse e impaciência o fez... Só vimos sua feição de extrema dor e agonia que me perturbou e á artoris, Konia fez o sangue da menina ferver, enquanto ela caia e seus gritos perturbavam minha alma e mente eu só pensava “ tão inocente, tão jovem, ela não sabia que fazia, quantos mas terão de morrer”
Já começava a duvidar de que realmente tudo aquilo vaia apena.
Meus pensamentos foram interrompidos com uma salva de palmas e a voz da aquela que causara tudo aquilo.
- Se são capazes de matar uma criança pela profecia.
- Realmente podem me proteger, irei com vocês.
Vi nos olhos de artorios o mesmo desejo q tinha em minha mente q era pulverizar aquela criatura venenosa e cruel, mas assim como eu ele se segurou, pois ainda não podíamos fazer nada com ela ou tudo que tínhamos passado ate ali teria sido em vão inclusive a morte da menina.
As palavras dela me cortarão, mas que qualquer lamina ou garra que tinha tomado ate ali e o seu veneno, o mas perigoso e mortal que tinha provado, me fez voltar a um passado que não me orgulho que achei que tinha o esquecido mas tive a certeza que o que fiz seria sempre um fantasma em minha vida.
E ao lembrar de meu passado, e do meu presente foi a segunda vez que questionara os verdadeiros valores dessa missão, se tudo que estava fazendo pelos meus mestres estava certo e deveria continuar ou convence-los do contrario.
Enquanto fazia essa analise vi meus mestres e companheiros de combate entrar pela porta, nessa hora tive certeza de que estava no caminho certo e nada mais iria abalar minha certeza.

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Re: Diario de -Xin-

Mensagem por Sagat em Qua Out 05, 2011 10:57 pm

Encontro com demônios – A morte de Sassu.



Enquanto decidíamos como chegaríamos aos picos dos trovões, nossa protegida nos disse que não poderíamos perder tempo que seu marido, um dos sete irmãos não aceitaria a sua partida e tentaria nos impedir, então três de meus mestres sairão para procurar um mago para arrumar um tele transporte.
Enquanto esperávamos escutei a criatura venenosa falar sobre suas irmãs, umas ela gostava, mas de outras não especialmente a que estava no inferno e quando foi dito isso senti no fundo da minha alma que iriamos acabar encontrando tais criaturas. Cada vez que íamos chegando mais preto de completar a profecia, mas perigoso para eles ia ficando.
Parecia que algo de serio tinha acontecido entre elas mais ela não entrou em detalhes mas vendo quem era essa mulher não era difícil de imaginar o porque Dijanira não gostava dela. Com o tempo passando veio a preocupação, pois seu marido poderia chegar e isso nos traria muitos problemas, mas Ilmather sempre esta ao nosso lado, pois eles voltarão com os pergaminhos para partirmos nos dividimos em grupos de cinco, pois não daria para ir todos juntos só com um pergaminho.
Dijanira, Konia, Artorius, Ka mona e eu fomos juntos pois ela confiava mas em quem tinha passado pelo seu teste, não sei bem como ficou os outros grupos pois fomos os primeiros a partir mas de uma coisa eu estava tranquilo pois Sassu, Emiko e sakura estavam juntos.
Com o uso de um pergaminho além da magia de Konia conseguimos alcançar nosso destino o ponto de encontro foi perto da torre de Sidarta, e ao retornar aquele ponto me deixou mais tranquilo pela boa passagem que tivemos, e logo todos chegarão então partimos parra nosso destino Os picos Trovões.
Foram previstos quatro dias de viagem, e com isso sabia que poderíamos ser atacados, pois Dijanira era o alvo de nossos inimigos, então ao final do primeiro dia paramos pra descansar e meus mestres comerem alguma coisa.

Foi tudo muito rápido, enquanto estávamos acampando, demônios nos surpreenderam, levantamos e nos preparamos para o combate, quando os demônios começaram a brilhar em vermelho, seus olhos e boca com um brilho demoníaco e ao pronunciar palavras infernais, o combate se iniciou mas algo estava errado, não conseguia me mexer suas palavras entram em minha mente e paralisaram meu corpo era como se não pude-se ver nem ouvir, apenas sentia o ar entrando em meus pulmões e passar por meu corpo. Senti a morte chegando por varias vezes senti o sangue indo aos pulmões e se espalhar pelo meu corpo, mas não conseguia fazer nada a vontade de viver de meu espirito era testada em ataques das criaturas, quando tudo parou e pude me mover de novo, estava seria mente ferido, Artorios um grande mestre estava ali ferido mas ali tinha me protegido o máximo que pode.
Então escutei um grito de desespero, era Sakura, olhei e vi Emiko bem, e meus pensamentos mesmo antes de olhar já sabiam. Sassu avia morrido, não queria acreditar no que no fundo tinha certeza então corri ate ela ao chegar, o vi em seus braços. “ Eu falhei...não consegui defender meu mestre..”.
Oque mas me doeu, foi que enquanto eu olhava o corpo de meu mestre inerte sem vida nos braços de Sakura lembrei-me de o quão importante era Sassu para ela.
O que pude fazer foi tira-lo de seus braços lhe entregar o daicho e dar a Sassu um enterro com todas as honras.
Daria minha vida para telo de volta, trocaria de lugar com meu mestre, pois eu estava pronto para isso e ver Sakura daquele jeito me partia o coração e me fez pensar em minha esposa e como ela estaria sem mim.
“ Um dia todos os corações estarão juntos para desfrutar o que os caminhos da vida os privou.”




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Re: Diario de -Xin-

Mensagem por Sagat em Ter Nov 01, 2011 8:23 am

A Ultima batalha ao lado de Konia.




Os dias foram se seguindo, mesmo depois da morte de Sassu ainda tínhamos a missão de juntar as sete irmãs.
Enquanto subíamos o pico dos trovões pensava onde eu tinha errado, sabia que de alguma forma eu não fui forte o suficiente para protege-lo e por isso não podia mas me dar ao luxo ou contar com a sorte de deixar mas alguém morrer, prometi a mim mesmo que enquanto eu estivesse com eles a minha própria vida seria tirada antes de mas alguma deles afinal eu estava lá pra isso jurei fazer isso.
Olhava para Sakura e ala sofria calada mas que todos pois ela o amava e eu entendia sua perda o clima de morte era constante e bem próximo a subia perigosa e estreita em alguns pontos. Perdido em meus pensamentos e tendo o maior cuidado com q estava em volta não sei bem quanto tempo demorou mas via a tenção aumentando a cada passo que dávamos ao cume da montanha ate que atingimos uma escadaria que aparentemente tinha ao final da “escadaria” uma parte plana e de pois de mas alguns momentos começamos a escutar batalha no final da escada, corremos e ao chegar o top vimos uma grande quantidade de mortos vivos cercando uma pequena entrada de caverna e encoberta pelas criaturas um par de asas brancas.
Artorius que sempre ia à frente pelo seu faro e sua habilidade de rastreio pelo ar saiu da escada e correu para entrada da caverna, junto com Panco e ka’mona.
Quanto cheguei ao topo vi algo que só tinha escutado de meu mestre, um brande morcego negro de sombras seu nome vulto alado noturno, meu mestre dizia que era uma criatura bem perigosa maligna feita de puro mal trevas e desejo de matar confesso que por alguns breves segundos fiquei paralisado quando escutei a voz de Sakura e Emiko me perguntando o que era, sai da paralisa e olhei para elas, não podia deixar que acontece-se algo com elas. “Vão para caverna o, mas rápido possível”.
Sakura disse que iria ficar ali mesmo para proteger Dijanira, como ela ainda não tinha entrado na linha de visão dos monstros ela estava segura onde estava enquanto Emiko e Anabeth foram para a entrada usando técnicas parecidas mas cada uma com seus toques pessoais suas acrobacias e saltos eram realmente belos de ver mas no momento não tinha tempo para tal coisa, olhando para o combate de novo vi q eram muitas criaturas entre zumbis, espectros e fantasmas mas além do vulto alado avia uma outra criatura, uma caveira com uma armadura azul, não parecia como as outras essa parecia que pensava e um pouco mas tarde eu iria descobrir pela pior maneira.
O terreno era muito acidentado com muitas e pequenas pedras, que nos impedia de nos deslocarmos com toda nossa mobilidade se não fosse por Guilbo e Sakura acho que ainda seria pior de nos movimentarmos, então corri para o combate, fiquei mas afrente esperando o vulto fazer algo contra meus mestres e lutando com um espectro já tinha lutado com alguns e sabia que não ia ser fácil pois além de ser difícil de lutar com eles seus golpes drenam a força vital de tudo que toca.
Como tinha imaginado, as coisas estavam complicadas para todos estávamos em numero menor, tentando evitar o máximo de ataques possíveis e neutralizando os que podia Artorios e Panco começarão a ficar em posição mas complicada pois já tinham sido acertados pelas criaturas e dava pra ver que não estavam bem, pois sua pele estava esbranquiçada e com as veias enegrecidas como um defunto no caso de Panco e muitos pelos desbotados e caindo com a base dos olhos com sangue pisado estava Artorios. Konia que ainda não tinha entrado em combate passou voando por cima do combate e foi ate a outra ponta de toda a base plana onde estávamos lutando, e ao chegar lá fez que sabia fazer de melhor usou seu poderio magico em cima das criaturas que foram caindo com certa velocidade.Lia à pequenina Halfling puxou uma de suas varinhas e começou descarregar foi quando as coisas começarão a se endireitar mas ainda sim não estávamos bem no combate.
Konia fora cercado por alguns espectros, que me deixou preocupado mas como ele sabia se cuidar e voltei a prestar atenção no outros vi uma orbe feita de acido passando em direção de Konia e segundos depois ouvi seu grito, por um leve instante achei que tinha perdido mas um mestre, mas ao olhar vi que ele ainda estava vivo bem ferido mas vivo, ao virar a direção de onde partiu a orbe vi o esqueleto de armadura, não tive muito que pensar pois se ele mira mas uma daquelas coisa em alguém na altura do combate poderia ser fatal.
Corri de frente a ela dando usando uma das técnicas de meu mestre usei para chamar a atenção dela mas sua armadura e seus ossos eram mais duros do q pude imaginar pareceu não ter dado efeito algum, mas eu já tinha a atenção dela então olhei em volta e como estavam todos aparentemente seguros “foquei minha mente” para lutar contra a criatura. Realmente era um inimigo poderoso não poderia deixa-lo ficar “vivo”, no meio do combate com a criatura sabia que não conseguiria feri-la por isso, travei ela em combate para esperar um de meus mestres q faziam magia para destruí-la evitei os golpes físicos bloqueando espadadas chutando e socando ela para ela ficar ali mas não contava com que ela ainda tinha seus truques e após receber um de meus ataques que a feriu, disparou mas uma daquela orbe acida senti que minha resistência magica ainda tentou me ajudar mas não foi o suficiente e ela atravessou meus escudo magico como um raio corta o céu e sendo arremessado a poucos metros já caindo sem conseguir me mexer e meus olhos foram fechando aos poucos. “Ilmather não permita que eles morram”.
Quando dei conta e consegui abrir os olhos, Lia estava em minha frente com uma varinha, “levante-se ela me disse”.
O combate não tinha acabado ainda restava o vulto, olhei em volta procurando meus companheiros e vi q o anjo tinha sumido e a outra criatura. Dijanira e Sakura já estavam dentro da caverna assim como a maioria só Ka’mona estava ao meu lado e ficamos fazendo a primeira linha de defesa, sua aura era pode capas de causar medo em muitos de mentes despreparadas e corações fracos eu e ka’mona resistimos em sua frente.
Algo inesperado aconteceu, o vulto foi se transformando em uma criança e chamou pela pequena que estava dentro da caverna. E ela saiu em seu encontro foi na porta e quando o sétimo filho, assim ele se apresentou e começaram a conversar foi que aparentou ser, pois só ficaram se olhando por um longo tempo, então ela nos disse que ele estava querendo leva-la com ele, pois só assim ele estaria completo.
Começamos a argumentar com ela que isso não era o certo, ele queria confundi-la com suas palavras e que ainda restava resgatar uma de suas irmãs e que só assim, a profecia iria se concretizar. E dissemos o mesmo a ele, que não gostou do que falamos e ficou furioso, mas a sétima irmã disse a ele que desse mais tempo, pois queria saber oque a ultima irmã sabia e só assim iria tomar uma decisão, mesmo não gostando muito ele concordou e foi embora.
Após esse empasse fomos para dentro da caverna onde estavam meus mestres feridos e drenados pelas criaturas, por sorte não era de todo grave pois Gilbo nos disse que era passageiro os efeitos, e mas aliviado com seu diagnostico fui procurando um a um dentro da caverna para velos quando dei a falta de Konia. Perguntei a todos mas não tinham visto ele também e a preocupação começou a surgir.
Após um tempo sem saber onde o nobre mestre conjurador fora. Gilbo veio com a noticia de que ele etva bem e ao lado de sua Deusa, ela o tinha chamado para uma missão importante.
Konia mereceu essa honra pois, ele era grandioso com suas magias e competente no que fazia por um lado feliz por outro chateado pois mas um de meus mestre avia partido.

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