Organizações de Faêrun

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Organizações de Faêrun

Mensagem por Peti em Qua Jan 27, 2010 1:11 pm

Na luta contra o mal, ou até contra o bem, mesmo algumas pessoas especiais, tem dificuldade para realizar um objetivo audacioso sozinho. Essas pessoas são os aventureiros. Eles se constróem de feitos, e como estes feitos são muito perigososos aventureiros tendem a formar grupos para alcançar o objetivo final como derrotar um monstro que assola os moradores de uma cidade, recuperar um artefato antigo, derrotar um dragão e pegar seus pertences ou até mesmo assaltar um templo. Em Toril é comum a existência de grupos de aventureiros com finalidades diferentes, alguns formados por nobres heróis, outros por terríveis vilões. Entretanto, são poucos os grupos que são tão unidos e duradouros a ponto de se tornarem uma idéia, um conceito. Quando isso ocorre, os grupos se transformam em sociedades com uma causa comum que se perpetua indefinidamente. Muitas destas sociedades precisam ser ocultas para dificultar sua destruição pelos rivais, ou seja, não são de conhecimento público, apesar de alguns de seus membros serem famosos, pois são príncipes, reis, sacerdotes, estudiosos, cavaleiros entre outros. Abaixo segue uma lista de algumas organizações importantes de Faerûn:
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Re: Organizações de Faêrun

Mensagem por Peti em Qua Jan 27, 2010 1:13 pm

A Aliança dos Lordes

Esse grupo também é conhecido como o Conselho dos Lordes e os Barões do Comércio, e foi criado para se opor aos Zhentarim e seus agentes. É uma aliança formada pelos governantes das cidades do Norte e das Terras Centrais do Ocidente, que incluem Äguas Profundas, Mirabar, Inverno Eterno, Lua Argêntea, Portal de Baldur, Elturel, Berdusk, Iraebor e Sundabar. A Aliança dos Lordes não deve ser confundida com os Lordes de Águas Profundas, apesar de seus membros pertencerem ao primeiro grupo.

A Aliança comunica-se através de enviados oficiais usando os pombos treinados de Piergeiron, o Lorde Sem Máscara de Águas Profundas e através das magias de Khelben "Bastão Negro" Arunsun. Dessa maneira, os agentes da Aliança coordernaram, com sucesso, operações militares contra a anexação pelos Zhentarim, de uma rota comercial exclusiva, limitando-os a sua base em Lorkh. Apesar dos lordes permanecerem firmes contra o crescimento da Rede Negra, eles são menos coesos em outros assuntos. Os Zhentarim esperam se aproveitar das opiniões divergentes quanto ao comércio, magia e o tratamento de não-humanos, para conseguirem quebrar a aliança.


Os agentes da Aliança dos Lordes são bastante variados e, geralmente, juram lealdade primeiramente a um lorde específico e, então, à organização como um todo. Ainda assim, existem várias companhias de aventureiros e paladinos que atacam os Zhentarim "em nome da Aliança dos Lordes". A cidade costeira de Luskan, ao norte de Invertno Eterno, não é um membro desse grupo, uma vez que recebe a maioria de suas mercadorias pelo mar. Isso valoriza bastante sua independência, e impede qualquer aliança firme. É também conhecida por atacar caravanas por conta própria. Os reinos de Amn e Calimshan são indiferentes à Aliança. Correm boatos de que o Império das Areias alia-se secretamente com os Zhentarim, por razões econômicas, enquanto existir competições comerciais no Norte, as rotas terrestres, dentro de suas fronteiras, serão enriquecidas.
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Re: Organizações de Faêrun

Mensagem por Peti em Qua Jan 27, 2010 1:17 pm

Os Cavaleiros de Myth Drannor


Este grupo de aventureiros são como defensores do Vale das Sombras contra as forças nefastas de Forte Zhentil, dos Zhentarim, dos drows do subterrâneo entre outras ameaças. Eles foram essenciais na derrota de Lanshan pelo Vale da Cicatriz e se opõe a atividades de entidades malignas nas regiões adjacentes a Costa do Dragão.

Começando em Espar os Cavaleiros eram apenas um grupo de jovens que amadureceram juntos. Com uma carta do Rei Azoun IV eles tiveram a permissão para explorar e limpar os Salões Assombrados de Estrela Vespertina. Após isso eles exploraram tumbas e covis de criaturas malignas das regiões locais. Nestas missões acabaram se confrontando com vários espiões zhentarins.

Assim como muitos grupos principiantes, os Cavaleiros já tiveram seus maus elementos: alguns integrantes que não cooperavam e até mesmo que tentaram matar ou roubar seus companheiros. Dois destes integrantes foram Agannor Selvagem de Prata e Bey Manto Livre, ambos tiveram fins trágicos.

Através de um portal nas ruínas de uma catacumba o grupo foi até Águas Profundas e lá encontrou o mago Khelben Arunsun. Ele já tinha ouvido falar das atividades do grupo pelas informações fornecidas por harpistas, e com isso teve a idéia de entregar o Pendante de Ashaba a Florin Garra de Falcão fazendo com que o aventureiro se tornasse o Lorde do Vale das Sombras, pois assim criaria um obstáculo aos Zhentarim naquela região.

De volta a Estrela Vespertina o grupo rumou para o Vale das Sombras e lá encontraram o sábio Elminster, Sylune e outros aventureiros locais. Lá eles enfrentaram um bando drow que mantinha uma base abaixo dos Vales. Logo depois Florin recusou o título de Lorde, portanto os Cavaleiros elegeram o novo Lorde, Doust Sulwood, clérigo de Tymora. Apoiado por Elminster, Sylune e outras personalidades Doust realizou encontros com outros lordes locais no intuito de criar um conselho que resolvesse os problemas dos Vales.

Em seguida continuaram os confrontos contra as forças dos Zhentarim em diversos locais culminando um conflito que envolveu um exército da organização do mal contra o grupo aliado aos harpistas e vários elfos das florestas. No final eles conseguiram expulsar os invasores, e deste modo, resolveram se estabelecer nos Vales. Algumas circunstâncias os levaram as ruínas de Myth Drannor. Lá havia outro portal para Águas Profundas ao qual usariam posteriormente.

Um dos integrantes do grupo, Aumark Lithyl, deixou os Cavaleiros. Para substituí-lo Khelben Arunsun enviou o jovem cavaleiro de Águas Profundas Mourngrym Amcathra. Depois quando Doust Sulwood entregou seu título, Mourngrym foi nomeado Lorde do Vale das Sombras.

Os Cavaleiros passaram um tempo viajando pelos Reinos em regiões como o norte da Costa da Espada, Anauroch, Portão Ocidental, Cormyr e os Vales novamente. Neste percurso acabaram se encontrando com figuras famosas como a Senhora Alustriel de Lua Argêntea e a Rainha Simbul de Aglarond. Neste período, Doust Sulwood, Islif Lurelake (esposa de Doust) e Jelde Asturien deixaram o grupo.

Quando retornaram ao Vale das Sombras, os integrantes remanescentes decidiram ir à Myth Drannor para estabelecer uma base. Porém se depararam com hordas de diabos invocados por sacerdotes de Bane que estavam infestando as ruínas. Foi assim que surgiu o nome Cavaleiros de Myth Drannor. Rathan, torm e Sharantyr ingressaram no grupo, embora esta última tenha saído depois para fazer parte dos Três Rangers.

Eles não possuem um quartel general fixo como queriam, mas os Cavaleiros continuaram defendendo os Reinos de grandes ameaças até os dias atuais.

Os Integrantes dos Cavaleiros de Myth Drannor:

Florin Garra de Falcão (Líder de campo)
Dove Garra de Falcão (membro ativo)
Jelde “Semoor Dentes de Lobo” Asturien (ex-membro)
Illistyl Árvore Élfica (membro ativo)
Islif Lurelake (ex-membro)
Sharantyr (ex-membro)
Jhessail Árvore de Prata (membro ativo)
Lanseril Manto das Neves (membro ativo)
Merith Arco Forte (membro ativo)
Doust Sulwood (ex-membro)
Rathan Thentraver (membro ativo)
Torm (membro ativo)
Mourngrym Amcathra (ex-membro)
Shaerl Manto de Sorbo (ex-membro)
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Re: Organizações de Faêrun

Mensagem por Peti em Qui Jan 28, 2010 12:26 am

O Culto do Dragão

Símbolo dos Magos VermelhosEssa organização semi-religiosa foi fundada por Sammaster, um poderoso mago abençoado pelos deuses com grandes poderes, assim como Elminster e Khelben Arunsun. No caso de Sammaster, entretanto, o acréscimo de poder o levou à loucura e a ter ilusões, que o fizeram acreditar que era um deus. Ele acabou propagando que "dragões mortos, um dia, iriam dominar o mundo" e começou a se preparar para esse momento.

SammasterO Culto do Dragão venera dragões em geral, principalmente os malignos e, acima de todos, aqueles que já morreram. Eles são reanimados como poderosos e mortais dragões liches. Os seguidores do culto agem como uma rede de informações para seus "mestres" dragões, trazendo gemas e riquezas como oferendas e incentivando-os a se tornarem dragões liches.

NaergothEsse culto é ativo através dos reinos, mas é especialmente poderoso nas Terras Gélidas e no Norte, onde os dragões existem em grandes quantidades. As atividades dos seus membros incluem obter informações sobre rotas de caravanas especialmente ricas, que serão atacadas, roubar objetos preciosos para serem oferecidos a seus mestres e comandar ataques contra seus inimigos, que são todos aqueles que se oponham à total liderança dos dragões.Zilvreen

Membros antigos do Culto do Dragão são conhecidos como Guardiões do Tesouro Secreto e a eles é dado o segredo da criação dos dragões liches. Cada um desses membros também possui um anel dos dragões, que usam para se proteger dos inimigos.

Alguns Integrantes do Culto do Dragão:

Sammaster (falecido)
Naergoth
Zilvreen
Commarth
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Re: Organizações de Faêrun

Mensagem por Peti em Qui Jan 28, 2010 12:29 am

Os Harpistas

Os Harpistas são uma sociedade amorfa, quase secreta, sem uma base operacional principal. Existem há incontáveis gerações e, através dos anos, já viram seu poder político crescer e diminuir. São aliados a várias igrejas e círculos de druidas. Seu objetivo é controlar os perigos que afetam a civilização, como ataques de goblins, dragões e o pérfido controle de outros grupos como os Zhentarim, Magos Vermelhos e o Culto do Dragão.

Os Harpistas acreditam no poder dos indivíduos, no equilíbrio entre o selvagem e o civilizado, e na bondade da raça humana e das outras raças a ela aliadas. Também crêem na importância de preservar as histórias do passado, para que se possa aprender com elas e aplicá-las no futuro. Eles atraem uma grande variedade de pessoas, mas essa sociedade é mais interessante para elfos, rangers e bardos.

Os Harpistas estão espalhados por todo o Norte e pelas Terras Centrais, agindo, muitas vezes, em segredo. Com exceção de quando lutam contra seus inimigos tradicionais, não se importam que seu nome esteja ou não ligado às suas ações, mas fazem questão de frisar tais feitos em seus contos e canções.

Dois lugares comuns usados pelos Harpistas são Berdusk, onde possuem um centro no Salão do Crepúsculo, um complexo de prédios espalhados, sob o controle oficial do templo local de Deneir, e Vale das Sombras, onde têm poderosos aliados. Membros ou aliados dessa sociedade são figuras importantes como Elminster e Lorde Mourgrym de Vale das Sombras, e Lorde Piergeiron de Águas Profundas.

Os Harpistas são uma força que preserva o bem nos reinos, e alguns personagens merecedores podem ser ajudados por aliados invisíveis se seus assuntos forem de interesse da organização. As únicas pistas da identidade desses aliados são a harpa e a lua, que é o símbolo do grupo.

Alguns Integrantes dos Harpistas:

Alustriel Mão Argêntea
• Belhuar Thantarth
• Cylyria Dragonbreast
• Dove Garra de Falcão
• Elminster Aumar
• Obslin Minstrelwish
• Storm Mão Argêntea
• Arylin Lâmina Lunar
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Re: Organizações de Faêrun

Mensagem por Peti em Qui Jan 28, 2010 12:33 am

Os Magos Vermelhos

Os Magos Vermelhos são os governantes de Thay, pois neste reino que fica situado no Inalcansável Leste, o governo é uma Magocracia, ou seja, um parlamento de magos extremamente poderosos representando cada escola de magia.

Dois títulos são frequentemente associados aos Magos Vermelhos: o de zulkir e o de tarkion. O zulkir é o representante máximo de determinada escola de magia, enquanto o tarkion é a designação para o governante de cada tark (divisão regional de Thay). Eles se espalham pelos reinos como espiões e agentes de suas terras. Supostamente, suas ações visam o bem do seu governo, mas cada um persegue seus próprios objetivos.

O ideal declarado dos Magos Vermelhos é fazer com que Thay se torne a força política e mágica dominante nos reinos. Historicamente, o principal oponente é Mulhorand, uma vez que Thay já foi um principado desse antigo país. Mas, recentemente, suas atenções têm se voltado Aznar Thrulpara o oeste, para as cidades de Cormyr e Sembia, e na direção de fortes concentrações de magia no Mar da Lua, nos Vales, em Nimbral e Halruaa. Os Magos Vermelhos são arrogantes, fanfarrões, barulhentos, insultadores, perigosos e indiscretos. É necessário que estejam em grande perigo para que tenham um mínimo de humildade e tolerarem até as mais superficiais contestações à superioridade do povo de Thay.

Dentre os zulkires mais famosos estão o lich Szass Tam, que é o zulkir da necromancia; Aznar Thrul, zulkir da invocação/evocação e tarkion de Priador; Lauzoril, zulkir do Encantamento e Nevron, zulkir da conjuração/convocação.

Os Zulkirs dos Magos Vermelhos

Aznar Thrul (Zulkir da Evocação)
Druxus Rhym (Zulkir da Transmutação)
Lallara (Zulkir da Abjuração)
Lauzoril (Zulkir do Encantamento)
Mythrellaa (Zulkir da Ilusão)
Nevron (Zulkir da Conjuração)
Szass Tam (Zulkir da Necromancia)
Yaphyll (Zulkir da Adivinhação)
Maligor (falecido)
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Re: Organizações de Faêrun

Mensagem por Peti em Qui Jan 28, 2010 12:38 am

As Sete Irmãs

A organização mais mágica e exclusiva dos reinos é composta por, supostamente, sete irmãs que partilham um dom de grande poder divino, além de uma pequena quantidade de outros mortais que servem como seus aliados. São caracterizadas pelo cabelo prateado, grande beleza, sabedoria e um envelhecimento incrivelmente lento, talvez sejam, até, imortais. São elas:

• Storm Mão Argêntea, barda do Vale das Sombras.
• Dove Garra de Falcão, ranger do grupo Cavaleiros de Myth Drannor.
• Alassra Mão Argêntea ou Simbul, como é mais conhecida, a rainha de Aglarond.
• Alustriel Mão Argêntea, a rainha de Lua Argêntea.
• Laeral Mão Argêntea, amada de Khelben Arunsun.
• Sylune Mão Argêntea, a bruxa do Vale das Sombras, já morta e sem chances de ressureição. (porém, nos reinos, a morte não leva, necessariamente, ao fim de uma carreira.)
• Qilue Veladorn, sacerdotisa drow de Eilistraee.

As sete possuem grandes habilidades mágicas, que até hoje parecem ter estragado todas as tentativas, por parte dos Magos Vermelhos, Halruaanos, Zhentarim e outros grupos de descobrirem sua verdadeira natureza. Seus poderes parecem estar intimamente ligados à Mystra e parecem não ter sido reduzidos, nem um pouco, com o Tempo das Perturbações.

Cada uma das irmãs tem sua personalidade e vida própria. Simbul, a irmã incontrolável, costuma desaparecer por longos períodos de tempo para resolver alguma crise que se abateu sobre seu reino, geralmente trabalhando secretamente. Alustriel, a pensativa, lidera seu povo das ameias de seu castelo e dedica-se a preservar a beleza e conhecimento de sua amada Lua Argêntea. Laeral recuperou-se de um incidente com um artefato maligno, sob os cuidados e tutela de Khelben Arunsun, com quem passou a viver. Sylune morreu lutando contra um grande dragão em Vale das Sombras, mas seu espírito parece não conseguir descansar em paz, pois é visto regurlamente perto do monumento sob a Torre Retorcida. Storm aposentou-se em Vale das Sombras, aparecendo só para lidar com as mais perigosas ameaças ao local, isolando-se ainda mais desde a morte de sua irmã. Dove ainda viaja com seu marido Florin Garra de Falcão e, apesar de muitos dos Cavaleiros de Myth Drannor já estarem aposentados, ambos estão ativos dentro da floresta dos elfos de Cormanthor.

Outros mortais podem ter recebido o dom de Mystra, sendo Elminster e Khelben os mais mencionados. Dizem que o fundador do Culto do Dragão, Sammaster, recebeu a sabedoria dos deuses, mas que foi poder demais para ele, levando-o à loucura e ao mal que ainda vive mesmo na morte. Muitos aventureiros ou companhias de aventureiros se estabelecem como um agente ou aliado das Sete Irmãs, trabalhando com o objetivo de fazer os reinos atingirem a estabilidade e conseguirem o uso pacífico da magia.


Os Integrantes das Sete Irmãs:

• Storm Mão Argêntea
• Dove Garra de Falcão
• Alassra Mão Argêntea ou Simbul
• Alustriel Mão Argêntea
• Laeral Mão Argêntea
• Syluné Mão Argêntea (falecida)
• Qilue Veladorn
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Re: Organizações de Faêrun

Mensagem por Peti em Qui Jan 28, 2010 12:40 am

Zhentarim

A Rede Negra dos Zhentarim é um grupo secreto de magos, sacerdotes e guerreiros dedicados à tarefa de dominar o comércio e assim manterem o poder em toda a região das Terras Centrais. Trabalham para derrotar uma lista sempre crescente de oponentes, incluindo os Vales, os Harpistas, cidades rivais do Mar da Lua, o Culto do Dragão, Cormyr, Sembia e qualquer outro que se intrometa em seu caminho. Aquilo que não puder ser controlado deve ser coagido para obedecer, ou destruído.

A Rede Negra possui três bases operacionais principais: Fortaleza Negra, nas Colinas Distantes, que é um terminal na porção oeste das Terras Centrais para receber as caravanas dos reinos a norte, leste e sul, a Cidadela do Corvo, quase na fronteira com Thay, uma grande base militar e a terceira, o quartel-general e, também berço da organização, Forte Zhentil.

Forte Zhentil havia se tornado menos influente alguns anos atrás devido ao crescimento da igreja de Cyric, porém com o retorno de Bane, a igreja do deus da destruição superou todas as outras e recuperou o seu controle completo. Isso se consolidou com o fato de Fzoul Chembryl se tornar o sacerdote supremo da igreja de Bane, prefeito de Forte Zhentil e ainda tomar a liderança definitiva dos Zhentarim.

O Lorde Manshoon, ex-líder da organização agora ocupa um cargo menor. Sememmon, que outrora comandava a base em Fortaleza Negra, fugiu para não ser retaliado por Fzoul e Lorde Orgauth foi morto por motivos misteriosos. As atividades da Rede Negra incluem várias ações legais e ilegais. O comércio é um componente principal da renda dos Zhentarim e não se restringe ao simples transporte de minérios da região do Mar da Lua e mercadorias acabadas de Águas Profundas e do Norte. Eles também fazem ótimos negócios com venenos, drogas proibidas, armas e escravos.

Caravanas exibindo a bandeira negra dos Zhentarim podem ser encontradas por todas as Terras Centrais, principalmente em áreas longe dos olhos de curiosos e de viajantes comuns, como as Fronteiras Goblins, as Terras Rochosas e as planícies em volta do Rio Tun.

Alguns Integrantes dos Zhentarim

• Fzoul Chembryl (Líder)
• Manshoon
• Selfaril Uoumdolphin
• Scyllua Negra Esperança
• Teldorn Negra Esperança
• Sememmon (ex-membro)
• Orgauth (falecido)
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Re: Organizações de Faêrun

Mensagem por Peti em Seg Jul 05, 2010 8:07 pm

Monges da Morte Ampla


Por Ed Greewood e Jason Carl
Tradução por Daniel Bartolomei Vieira e Priscila Veduatto.



Apesar da organização conhecida como Monges da Morte Ampla ser forte em Thay, ela possui vários monastérios em outros locais de Faerun, incluindo as Fronteiras Prateadas. Umas duas dúzias de membros da ordem habitam fortes escondidos construídos a muito tempo por mãos desconhecidas nas Colinas Pedra Tombada, não muito longe de onde a passagem está bloqueada por um gigantesco deslizamento. Daqui, os monges perseguem seu interesse permanente: a morte.

Estes monges procuram pelo segredo da vida através do estudo da morte. É a condição do ser morto que mais os preocupa, e não o que jaz além. O pós-vida contém pouco interesse para eles. Seus laboratórios são cheios de animais agonizando e mortos, e espécies de plantas que eles estudam com interesse detalhado; eles freqüentemente adquirem espécies raras que eles não poderiam obter facilmente de aventureiros e mercadores. Mas tais estudos são apenas parte do dia-a-dia dos monges: Eles procuram entender a morte como ela parece ser, especialmente para seres vivos inteligentes.

Para este fim, eles exumam corpos das criptas e cemitérios, e eles transportam os corpos para seus monastérios, lá eles examinam os cadáveres em seu laboratório cheio de recursos e os observam enquanto se decompõe. Eles também – e é por isto que eles são mal vistos e temidos – compram escravos vivos e os põe para morrer, lentamente, relatando suas observações e perguntando aos escravos moribundos questões sobre sua experiência fatal. Escravos são muito difíceis de se encontrar nas Fronteiras Prateadas porque a Senhora Alustriel e sua confederação condenam a prática. A ordem tem sido obrigada a obter suas espécies vivas de outras formas, como as abduzindo de fazendas afastadas e aldeias sem defesa no meio da noite. Os monges não sofrem de questões morais por causa destes feitos: A morte é a coisa mais natural do mundo pela perspectiva deles e morrer a serviço de seus princípios é a experiência mais profundamente sagrada que qualquer ser vivo pode esperar aproveitar. É por esta razão que os monges não temem a morte e apesar deles estudarem a morte, eles não procuram esta condição para si.

A maioria dos membros da ordem são tanto estudiosos que compartilham fascinação mútua e adoração à morte, ou clérigos que adoram uma das divindades preocupadas com a morte. Alguns dos monges consideram-se nada menos do que visionários cujo trabalho irá pavimentar o caminho para um futuro melhor para toda Faerun: Quando a morte for verdadeiramente compreendida, ela pode ser armada e usada como ferramenta para a melhoria de todos, ou então eles a racionalizará para si mesmos. Outros que aceitam a Promessa de Morte podem talvez não se preocupar sobre qualquer outra coisa a não ser aumentar sua medida pessoal de entendimento sobre o assunto.

Os Monges da Morte Ampla são facilmente reconhecidos por sua pele pálida e seus traços delgados. Eles comem pouco e passam maior parte do tempo dentro dos monastérios, nas criptas e cemitérios ou outros locais escuros onde há menos luz natural. Eles demonstram os enfeites da morte em seus trajes, vestindo robes longos e escuros e capas com capuzes semelhantes a mortalhas, que escondem suas feições. Apesar de assustadores para aqueles que não os entendem e para aqueles que procuram frustrar seus estudos, eles podem ser anfitriões civilizados se abordados por pessoas instruídas que querem compartilhar conhecimento ou sabedoria. Sua visão estrita e propensão para a solidão fazem deles anfitriões sombrios e a estrutura rígida de sua sociedade parece completamente opressiva para quem está de fora.

Informação da Alta Cripta

O Ábade da Alta Cripta, com sua base nas Fronteiras Prateadas é chamado Seyjayanus (LM humano Mon8/Gue4). Este homem enigmático incorpora a mística do guerreiro-estudioso, e, como muitos nesta condição, ele guarda um plano que ainda não compartilhou com aqueles aos quais lidera. Seyjayanus acredita que o mero estudo e entendimento da morte das pessoas não é suficiente. Ele está convencido que o único modo de servir verdadeiramente os princípios da morte é estudá-la em grande escala.

Encontros com os Monges da Morte Ampla nas Fronteiras Prateadas serão provavelmente com ladrões de túmulos, arrombadores de criptas ou compradores de escravos que não vão tomar como agradável terem sido descobertos. Os monges tentam evitar andar entre a população Poe temerem a retaliação alimentada pelo desentendimento. Eles estão completamente preparados para se defenderem se forem atacados.

Intrigas e Rumores

Laços Divinos: Kelemvor acredita que a Morte Ampla é sua inimiga, enquanto Velsharoon está tentando ativamente influenciar os monges a seu serviço. Recentemente, uma antiga monja da Alta Cripta deixou seus irmãos em favor de adorar Kelemvor. Antes de morrer nas mãos de seus companheiros, ela deu os planos de seu templo nas Fronteiras Prateadas para um casal de aventureiros, mercenários, mercadores e viajantes. Ela fez isso na esperança de que alguém fosse bem preparado enfrentar os monges das Fronteiras Prateadas e destruí-los. Alguém irá apresentar-se para o desafio?

O Plano de Seyjayanus: Atualmente Seyjayanus está formulando um plano que irá resultar na morte em massa de milhares de cidadãos das Fronteiras Prateadas para que ele e seus monges observem o processo e seus resultados. É seu desejo que hordas de orcs do Rei Obould Muitas Flechas destrua o máximo que puderem daquela região, e para este fim ele está considerando o melhor modo de ajudar o senhor dos orcs a atacar e destruir as cidade das confederação. Encontros podem ocorrer se viajantes ou aventureiros se colocarem contra os monges que estão engajados em discussões com as forças do Rei Obould a respeito do melhor meio de sair vitorioso de uma guerra contra as Fronteiras Prateadas.


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