O Kauhale - A Terra Prometida

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O Kauhale - A Terra Prometida

Mensagem por Xande em Sex Ago 20, 2010 3:29 pm

É um plano de paixão e paz eternas
É onde habitam deuses e semi-deuses.
É a terra prometida.

O Kauhale reúne uma grande variedade de ambientes, incluindo bosques repletos de lagos e clareiras abertas, planícies abertas, desertos secos, pequenas montanhas e um mar em expansão. Nos céus quase sempre azuis flutuam montanhas rochosas de divesros tamanhos, cada uma com um tipo de ambiente existente na superfície do plano. Algumas destas montanhas formam o reino divino de uma semi-divindade angani (Alakai, Kaulike, Koa, Maikai e Manu) e na maior de todas elas, que flutua acima de tudo e domina os céus, localiza-se o Palácio de Kauhale, onde o panteão se reúne para tomar decisões que governarão o destino dos mortais.

Características do Kauhale:

Gravidade: Próximo às ilhas flutuantes e a superfície do plano, a força da gravidade é normal, idêntica ao Plano Material, mas a 100 metros além destas superfícies a gravidade passa a ser inexistente.
Tempo: Normal
Tamanho: Auto-Contido. Os limites do Kauhale estão em expansão e se sobrepõem, depositando o viajante que tenta atravessar essas fonteiras em um outro lado do plano.
Morfologia: Divina. As divindades podem alterar a paisagem do plano. Criaturas comuns acham o plano tão alterável quanto o Plano Material. No Palácio do Kauhale, a morfolia é Estática.
Sem características de Elementos ou Energias, a não ser no reino de Koa (Shayera) onde há um leve prdomínio de energia positiva.
Tendência: Neutro [suave]. Nos reinos de cada divindade podem haver outras características de tendência suaves.
Magia: Normal. Nos reinos de cada divindade, algumas magias podem ser limitadas, ativadas ou restritas. No Palácio do Kauhale, a magia é limitada.



Conexões de Kauhale

O Kauhale limita-se com o Plano Etéreo e há um único portal entre eles. Cada divindade pode manter um portal particular em seus reinos para outros planos. Manu, por exemplo mantêm um portal entre seu reino de Khementari e Quietude, o reino da deusa Ísis, em Heliópolis e Koa mantêm um portal para o Descanso do Guerreiro e outro para a Escadaria Infinita.

Habitantes de Kauhale

Celestiais estão se tornando comuns em Kauhale. Devas podem ocasionalmente ser vistos sobrevoando os céus do plano e guardinais guardam os reinos divinos. No reino de Maikai (Uziel), por exemplo, leonais são comuns equanto que o reino de Manú é repleto de avorais. Arcontes se sentem a vontade no reino de Kaulike (Balk), principalmente os arcontes guardiões, da mesma forma que alguns leonais e ursinais esperam para treinar suas habilidades marciais no reino de Koa (Laugstein). O reino de Alakai (Nemae) atraiu algumas elementais e outras criaturas espirituais.

Outras criaturas também estão migrando ou sendo trazidas aos poucos para o plano, como bariaurs, paraelementais e versões celestiais de criaturas do plano material. Estas costumam deixar os visitantes em paz a menos que sejam provocadas e nesse caso lutam com afinco.

Suplicantes de Kauhale

Os suplicante de Kauhale são as almas dos angani mortos que foram fiéis e respeitosos ao panteão, aos ancestrais, à família e à natureza. Aos seguidores de todos os deuses, com exceção de Kahuna (Lorena), é prometido um pós-vida de recompensas no Kauhale, desde paz e tranquilidade a competições de lutas e farturas. Esses suplicantes, conhecidos, como Os Escolhidos, possuem as seguintes qualidades especiais além das comuns para qualquer suplicante nos planos:

Imunidade Adicionais: Eletricidade, veneno.
Resistências: Fogo 20, frio 20.
Outras qualidades especiais: RD 5/mágica.

Movimentação e Combate

O Kauhale não impõe qualquer penalidade ao deslocamento além da que os viajantes do Plano material esperariam de cada determinado tipo de terreno. O plano não apresenta qualquer benefício ou penalidade inerente ao combate. Cobertura e camuflagem é abundante nos bosques e montanhas, muito raras nos campos e quase inexistentes no deserto plano e arenoso.

A mais de 100m de distância da superfície do plano e de cada ilha flutuante, a gravidade é inexistente e as regras para movimentação e combate se assemelham às do Plano Astral.

Aspectos do Kahuale



O Kauhale é composto por uma superfície terrestre coberta de diversos ambientes naturais em constante expansão, banhados por um pequeno mar de águas rasas que também se expande com o plano. Acima deles está um céu claro de poucas nuvens, cuja luz e calor agradável emanam dele mesmo e não de um sol visível. Pontilhando este céu, acima da gravidade da superfície, estão diversas ilhas rochosas flutuantes, cujos tamanhos variam de 50 m a 5 km cúbicos, além de uma maior, com mais de 15km cúbicos, que flutua sobre todas as demais. Cada uma destas ilhas possui uma paisagem diferente: algumas são cobretas por árvores e possuem cachoeiras cujas águas cristalinas caem até o mar ou lagos na superfície do plano, abaixo, enquanto outras são gramadas, cobertas de jardins ou puramente rochosas e desertas. Alguns membros do panteão angani estabeleceram seus reinos divinos nestas ilhas e se reúnem na ilha maior, acima, no Palácio do Kauhale.

Palácio de Kauhale: Na maior e mais alta das ilha flutuantes, chamada simplesmente de Montanha Celeste, situa-se o Palácio de Kauhale, no topo da elevação mais alta da ilha. O Palácio construído em mármore por celestiais é considerado um campo neutro por todos os poderes do Kauhale, um local de reunião para tomadas de decisões em comum ou resolver disputas e punições dos membros do panteão que ameaçam o Equilíbrio da família. Apenas as divinidades do Kauhale e a senhora do Kehena podem acessar o Palácio do Kauhale, a partir de seus domínios individuais. A Montanha Celeste pode ser vista de qualquer parte do Plano.

Khementari: o reino de Manú, a deusa do céu e do misticismo angani, situa-se em uma das mais elevadas ilhas flutuantes, uma grande rocha cuja superficie superior é coberta por areias claras. O calor e o vento são mais fortes aqui que no resto do Plano. Sobre o solo arenoso foi constrúido para Manú um templo em forma de pirâmide, de pedra calcária e arenito. Avorais, aves celestiais e um ou outro elemental do ar se sentiram atraidos para o local e servem a semi-deusa. Manú, no entanto, quase nunca é encontrada pessoalmente em Khementari, passando a maior parte do seu tempo voando nos céus do Plano Material, sobre as ilhas dos angani na forma de um falcão ou viajando pelos planos. O reino de Khementari possui tendência Caótica [suave] e Boa [suave].

Laugstein: O reino da deusa Koa está localizado no centro de um reino maior, de escala épica, com montanhas altaneiras, fiordes profundos, e cavernas escuras que abrigam forjas secretas e perigos desconhecidos onde criaturas de todo o multi-verso vão para competir em batalhas de escala épica. Um vento cortante sempre sopra pelas costas dos heróis. Dos canais de água congelante aos bosques sagrados da Floresta Atroz, o terreno de Laugstein é vasto e terrível. É um lugar de estações contrastantes: o inverno é uma época de escuridão e frio mortal, e um dia de verão é límpido e de um calor exorbitante. Ainda mais espetacularmente que isso, a paisagem flutua sobre imensos rios de terra fluindo eternamente sob os céus infinitos. Os rios e terra mais largos têm batalhas de todos os tipos, enquanto porções menores, denominadas montanhas flutuantes, que têm o tamanho de ilhas, despencam dos céus durante os combates, indiferentes ao estrago que causam no campo de batalha. Laugstein possui tendência Caótica [suave] e predomínio de energia positiva [suave]

Balk: Sob uma das ilhas flutuantes mais baixas, localiza-se o reino de Kaulike, o deus guradião. Balk é uma imensa fortaleza de pedra repleta de torres altas, muralhas intransponíveis, pátios de treinamento e salões e santuários magníficos, onde habitam anjos e arcontes, todos vigiando e guardando de perto o pós-vida dos angani, garantindo-lhes a segurança e a paz prometida a eles. Kaulike passa boa parte do seu tempo no interior da sua imponente fortaleza, em companhia dos seus seguidores. Um portal localizado em um santuário escondido liga Balk á Casa da Tríade e um outro, localizado em pátio amplo e arborizado leva ao Palácio do Kauhale. Balk possui tendência Leal [suave] e Boa [suave].

Nemae: Sobre a região mais selvagem e distante do Kauhale, flutua uma ilha enorme, coberta por uma vistosa floresta tropical pontilhada de clareiras e pequenos lagos e cortada por rios. No centro desta floresta, em meio a uma enorme clareira localiza-se o reino de Alaka'i, a guia espiritual dos angani. Nemae é composta por uma torre rochosa alta e simples no centro de um complicado labirinto de rochas e plantas que as almas dos seus seguidores devem atravessar como prova final de sua crença e respeito pelos ancestrais. Guardinais e elementais de vários tipos não são difíceis de se encontrar no reino, vagando pelos bosques ao redor do reino ou no interior do labirinto e da torre. Alaka'i fica quase todo tempo aqui cuidando de seus aspectos e só vê os outros deuses quando há alguma reunião sobre um assunto realmente importante.

Uziel: (descrição de Marcelo aqui)




Uthali'el, Extra-Planar (Grande – Arconte, Planar, Bem, Leal)
Guardião do Potal Prismático

Dados de Vida: 24d8+216 (408 PV)
Iniciativa: +6 (+2 Des, +4 Iniciativa Aprimorada)
Deslocamento: 12m (8 quadrados), Vôo 27m (bom)
Classe de Armadura: 28 (+2 Des, +16 natural), toque 12, surpresa 26
Ataque Base/Agarrar: +22/+36
Ataque: Corpo a corpo: espada larga grande +4 +38 (3d6+19, dec. 19-20/x2)
Ataque Total: Corpo a corpo: espada larga grande +4 +38/+33/+28 (3d6+19, dec. 19-20/x2)
Espaço/Alcance: 3m/3m
Ataques Especiais: Habilidade similar a magia, magias, trombeta.
Qualidades Especiais: Aura de Ameaça, RD 10/mal e mágica, visão no escuro 18m, imunidade a eletricidade e petrificação, círculo mágico contra o Mal, RM 29, teletransporte, idiomas.
Testes de Resistência: Fort +23 (+27 contra venenos), Ref +16, Von +17
Habilidades: For 30 Des 15, Con 28, Int 16, Sab 16, Car 16
Perícias: Adestrar Animais +29 , Arte da Fuga +28, Atuação (instrumentos de sopro) +29, Cavalgar +30, Concentração +35, Conhecimento (planos) +29, Diplomacia +31, Furtividade +28, Observar +29, Ouvir +29, Sentir Motivação +29, Usar Cordas +13 (+15 para amarrar).
Talentos: Ataque Poderoso, Ataques Múltiplos, Desarme Aprimorado, Foco em Arma (espada larga), Iniciativa Aprimorada, Lutar às Cegas, Reflexos em Combate, Separar, Trespassar, Trespassar Aprimorado
Tendência: Leal e Bom

Habilidades Similares à Magia: Sem Limite – chama contínua, detectar o Mal, mensagem. Nível de Conjurador 24º.

Aura de Ameaça: qualquer criatura hostil num raio de 6m deve obter sucesso em um teste de resistência de Vontade (CD 27) ou sofrer -2 de penalidade em todas as jogadas de ataques, na CA e nos testes de resistência durante 14 horas ou até que consigam golpear Uthali'el. Uma criatura que resistiu ou anumlou o efeito não pode ser afetada novamente pela aura do arconte durante 24 horas.

Magias de clérigo/dia: 6/7/7/6/5/4/4/3; CD 13 + nível da magia. Nível de conjurador: 14º. Uthali'el possui acesso aos domínios do Ar, Destruição, Bem, Ordem e Guerra bem como a qualquer domínio que uma divindade de Kauhale possua, com exceção de Caos e Mal.

Trombeta: Todas as criaturas (exceto arcontes) num raio de 30 m devem obter sucesso num teste de resistência de Fortitude (CD 31) ou ficarão paralisadas durante 1d4 rodadas. Ele também pode transformar sua trombeta num espada larga +4 como uma ação livre. Casos eja roubada a trombeta se torna um pedaço inútil de metal até que Uthali'el consiga recupera-la. A desgraça se abaterá sobre qualquer ladrão encontrado com este artefato.

O Portal Prismático

O Portal Prismático é o único acesso ao Kauhale. Apenas as almas dos mortos que são merecedores de adentrar o plano e as criaturas com permissão dos desues angans podem atravessar o portal sem problemas. Todos os demais que tentam atravessá-lo sofrem os mesmos efeitos da magia [í]muralha prismátca[/i] (CD 38, 40º nível de conjurador). O padrão de cores do portal não pode ser destruído como na magia, e caso uma cor seja dissipada ou anulada de alguma maneira (mesmo por magias épicas) ela se reformará em 1d4 rodadas.


Última edição por Xande em Sex Ago 20, 2010 3:43 pm, editado 1 vez(es)
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Reinos do Kauhale: Khementari

Mensagem por Xande em Sex Ago 20, 2010 3:33 pm

Provavelmente o mais simples e aparentemente abandonado dos reinos divinos do Kauhale, Khementari nada mais é do que uma grande pirâmide de calcário e arenito construída sobre um deserto arenoso castigado por ventos fortes gerados por elementais do ar, que criam um imensa tempestade de areia que corta a pele a rocha. Tudo isso está localizado sobre a segunda mais alta ilha flutuante do plano. Voando pelas correntes quentes, acima da tempestade de areia, estão avorais, aves celestiais e suplicantes anganis em forma de falcões, em um baile interminável e impressionante em pleno ar. Manú, sua senhora, muitas vezes se junta a eles, para contento e prazer de todos.

Outros suplicantes e celestiais vivem no interior da grande pirâmide, que na realidade é o reino de Manú, e onde está localizado o trono da deusa, o Trono Celeste. Ela mesma quase nunca está no interior de Khementari, e parece pouco se importar com o fato da pirâmide estar para se encoberta pela areia e desgastada pelos ventos no exterior. Alguns santuários foram erguidos no deserto ao redor da pirâmide para alguns celestiais e para a própria divindade, mas quase todos eles já foram tragados pelo deserto.



A Pirâmide Khementari: A grande pirâmide calcária é o Khementari propriamente dito. Trata-se de uma estrutura que já está parcialmente enterrada na areia e desgastada em seu exterior e cujo interior é repleto de salões imensos com paredes cobertas de pinturas e inscrições com motivos aéreos e ligados entre si por rampas e corredores. Este salões, são bem iluminados e espaçosos o bastante para que criaturas voadoras se sintam confortáveis para voar. O Salão Superior abriga um santuário para Manú, seu Trono Celeste e dois portais, um para o Palácio do Kauhale e outro para Quietude. Nele também há janelas altas para o exterior por onde seus seguidores voadores podem passar a vontade.

O Deserto: Toda superfície superior da imensa ilha flutuante onde localiza-se o Khementari é coberta por areias finas e claras, agitadas por ventos fortes gerados por criaturas elementais. Manú nunca se preocupou em dar nome a esta extensão de areia e ninguém mais parece se importar com isso. O fato é que aquele que vagar por aqui tem que estar muito preparado para suportar a constante tempestade de areia ou ser incrivelmente resistente ao dano causado pela areia agitada a grandes velocidades. Elementais do ar vivem aqui e fizeram do deserto seus domínio, atuando assim como guardiões do Khementari, de ceta forma. No entanto, a habitante mais notória do local é a Princesa Sylphya, uma monólito elemental do ar amiga de Manú, que se refugiou no Kauhale para fugir da ira de Yan-C-Bin, o maligno Arcomental do Ar que a expulsou de seu Plano Elemental de origem. Sylphya é a mestre dos elementais do ar do reino e guarda as passagens do deserto e a entrada da grande pirâmide. Um pequeno templo fora erguido para ela nos arredores, mas o mesmo jaz em escombros em meio às areias, o que parece não lhe importar nem um pouco.

As Correntes Sublimes Acima da grande tempestade de areia os ventos se acalmam e tornam-se brisas suaves e correntes de ar aquecidas, onde os suplicantes seguidores de Manú (e convidados dos reinos de outros deuses do Kauhale) voam e planam agradavelmente em paz sob o céu azul e sem nuvens. Avorais e aves celestiais acompanham o belo baile de lá de cima todos podem ver quase toda a extensão do Kauhale, incluindo o reino dos outros deuses abaixo. Correntes ascendentes mais fortes podem levar até o Palácio do Kauhale, mas apenas Manú consegue utiliza-las. A própria deusa se junta sempre que pode ao vôo das criaturas aladas aqui, geralmente assumindo a forma de um falcão atroz.celestial.


Princesa Sylphya

Princesa Sylphya, Elemental (Imenso – Planar, Ar)
Vossa Alteza Aérea
Monólito Elemental do Ar

Dados de Vida: 40d8+240 (420 PV)
Iniciativa: +17 (+12 Des, +4 Iniciativa Aprimorada)
Deslocamento: vôo 30 m (perfeito) (20 quadrados)
Classe de Armadura: 31 (-4 tamanho, +12 Des, +14 natural), toque 17, surpresa 20
Ataque Base/Agarrar: +30/+53
Ataque: Corpo a corpo: pancada +37 ( dano: 6d6 +11, dec. 19-20/x2)
Ataque Total: Corpo a corpo: 2 pancadas +37 ( dano: 6d6 +11, dec. 19-20/x2)
Espaço/Alcance: 6m/6m
Ataques Especiais: Maestria aérea, ciclone, invocar elemental
Qualidades Especiais: RD 15/-, Visão no escuro 18 m, características de elemental
Testes de Resistência: Fort +20, Ref +34, Von +18
Habilidades: For 32, Des 34, Con 22, Int 12, Sab 15, Car 17
Perícias: Acrobacia +27, Diplomacia +5, Equilíbrio +16, Intimidação +19, Observar +45, Ouvir +45, Saltar +41, Sentir Motivação +16,
Talentos: Ataque em Movimento, Ataque Natural Aprimorado, Ataque Poderoso, Esquiva, Iniciativa Aprimorada, Investida Aérea, Lutar às Cegas, Mobilidade, Prontidão, Reflexos em Combate, Sucesso Decisivo Aprimorado (pancada), Trespassar, Trespassar Aprimorado, Vontade de Ferro.
Tendência: Caótica e Boa
Nível de Desafio: 20

Maestria Aérea (Ext): Todas as criaturas sofrem -2 de penalidade nas jogadas de ataque e dano contra Sylphya.

Ciclone (Sob): Sylphya é capaz de se transformar num vendaval como uma ação padrão, sem limite diário, e permanecer nessa forma indefinidamente. Nesta forma, Sylphya pode se mover com seu deslocamento de vôo, seja no ar ou sobre a superfície.

O vendaval tem 1,5 m de comprimento na base e 15 m de comprimento no topo, e atinge até 24 m de altura. Sylphya controla a altura exata, mas a base está sempre a pelo menos 6 m do solo.

Os movimentos de Sylphya na forma de vendaval não provocam ataques de oportunidade, mesmo se ele invadir o espaço ocupado por outra criatura. Nesse caso, ou se a criatura tocar ou ingressar no vendaval, ela poderá ser aprisionada em seu interior.

Todas as criaturas enormes ou menores sofrem 4d6 pontos de dano, quando forem aprisionadas pelo vendaval e talvez sejam arremessadas pelo turbilhão. Uma criatura atingida pelo vendaval deve obter sucesso num teste de Reflexos (CD 41) para que não seja erguida e suspensa pelas violentas correntes de ar; caso fracasse, sofrerá automaticamente 4d6 pontos de dano a cada rodada. Uma criatura que saiba voar poderá realizar um teste de Reflexos por rodada para escapar do vendaval: ela ainda sofrerá o dano pertinente, mas poderá se libertar.

As criaturas aprisionadas no vendaval não podem se deslocar, exceto quando forem carregadas por Sylphya ou para tentar escapar do vendaval. Elas podem realizar ações padrões normalmente, mas devem obter sucesso em um teste de Concentração (CD 20 + nível da magia) pra conjurar magias. As criaturas aprisionadas sofrem -4 de penalidade na Destreza e -2 de penalidade nas jogadas de ataque. Sylphya somente é capaz de erguer ou aprisionar uma quantidade de criaturas que possam ser comportadas no volume total do vendaval.

Sylphya é capaz de libertar qualquer criatura suspensa quando desejar, derrubando-a no local onde o vendaval estiver.

Quando a base do vendaval tocar o solo, criará uma nuvem espiralada com sedimentos do chão. Essa nuvem está centrada em Ea e seu diâmetro equivale á metade da altura do vendaval. A nuvem obscurece qualquer tipo de visão, inclusive a visão no escuro, além de 1,5 m. As criaturas num raio de 1,5 m terão meia camuflagem, enquanto um indivíduo mais afastado terá camuflagem total. Um conjurador apanhado pela nuvem deve realizar um teste de Concentração para conjurar qualquer magia (CD 15 +nível da magia).

Invocar Elemental (Sob): Três vezes por dia, Sylphya pode conjurar grupo de elementais (nível de conjurador 20º) para invocar elementais do ar que estarão totalmente sob seu controle.

Características de Elemental: Sylphya é imunidade a veneno, sono, paralisia e atordoamento e sucessos decisivos; Ela não pode ser flanqueada e ressuscitada; Sylphya não precisa se alimentar, dormir e respirar.

Sylphya é uma princesa do plano elemental do ar, e uma integrante antiga da corte de Yan-C-Bin, desde tempos imemoriais. Recentemente, ela traiu seu mestre ao criar uma laço de amizade com Manú e compartilhar com ela alguns segredos e conhecimentos sobre o maligno Arqui-elemental. Manú usou alguns desses conhecimentos para aprimorar seu aspecto de divindade do Ar e também para atrapalhar alguns dos planos de Yan-C-Bin e Ogrémoch, tudo com o auxílio de Sylphya, que ainda habitava no plano do Ar até que seu senhor descobriu sua traição Fugindo da ira do poderoso lorde elemental, ela procurou sua amiga Manú, pedindo para habitar em Khementari e a deusa prontamente a aceitou.

A princesa elemental passou então a habitar a extensão arenosa ao redor do Khementari, pois achou o interior da estrutura por demais confianante, mesmo esta sendo grande espaçosa. Lá ela atraiu uma grande quantidade de elementais do ar e os pôs sob sua liderança. Manú manteve o título de princesa de Sylphya e exige que todos a respeitem como tal quanto estiverem em Khementari.

Ao contrário da maioria dos monólitos do ar, Sylphya possui uma forma humanóide bem distinta, semelhante a uma bela mulher semi-transparente, feita de vapores claros rodopiantes. Ela é selvagem e tem espírito livre, como todos os de sua raça, mas é gentil e amigável exceto com criaturas da terra neutras ou malignas e as criaturas do ar que seguem o temperamento de seu antigo mestre, Yan-C-Bin.
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