Tudo sobre o Panteão Olímpico

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Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Seg Ago 22, 2011 4:38 pm

Bom, como estou cursando História, darei um pouquinho sobre minhas pesquisas na qual são trabalhos para a faculdade e tentarei fazer uma analogia detalhada sobre o Panteão Olímpico em D&D e toda sua mitologia.
Até porque temos uma meio-sangue olímpiana no grupo - Anabeth de Hermes.

O PANTEÃO OLÍMPICO

Os deuses da terceira geração eram os mais
importantes. Viviam eternamente em um local
que chamavam de Olimpo, primitivamente
localizada no alto do Monte Olimpo, na Tessália.
Logo, porém, passou a ser situada entre as
nuvens, em algum misterioso lugar do céu, e a
palavra "Olimpo" tornou-se uma verdadeira
abstração.

Dentre os principais deuses olímpicos, doze
eram mais importantes e mais poderosos que os
demais: cinco filhos do titã Cronos, sete filhos de
Zeus e uma deusa, Afrodite, de origem um pouco
controvertida — de acordo com uma tradição, é
filha de Urano; de acordo com outra, é filha de Zeus. Havia também um
décimo-terceiro deus, Hades, irmão de Zeus, que não vivia no Olimpo e sim em seu
reino, o mundo subterrâneo.
O cânon mais aceito incluía Zeus, Hera, Deméter, Poseídon, Afrodite, Atena, Ares,
Hefesto, Apolo, Ártemis, Hermes e Dioniso
. Mas a lista variava um pouco e Héstia, por
exemplo, irmã mais velha de Zeus, aparece em algumas versões.
No Olimpo, os deuses passavam o tempo em maravilhosos palácios, eternamente em
festa. Comiam a ambrósia e bebiam o néctar, alimentos exclusivamente divinos, ao
som da lira de Apolo, do canto das Musas e da dança das Cárites. Os ventos, a chuva
ou a neve não perturbavam a placidez e a tranquilidade dos deuses eternos e
bem-aventurados... as perturbações decorriam, via de regra, de sua teimosia em
interagir com os mortais e se imiscuir constantemente nos assuntos humanos.

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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Ter Ago 30, 2011 10:05 pm



Os deuses primordiais — ou da 1ª geração — eram entidades que haviam gerado o
mundo. Representavam as mais primitivas e poderosas forças da natureza, como por
exemplo o relâmpago, e também todos os impulsos básicos da vida, como a morte e o inflexível destino.

Os titãs, representantes típicos da 2ª geração, que descendendia da primeira,
transmitia ainda uma visão agitada e indomada da natureza. Havia já deuses de
aparência semelhante à humana, mas predominavam divindades poderosas,
monstruosas e aparentemente incontroláveis.

Mais tarde, com o desaparecimento da potência criadora e selvagem das duas
primeiras gerações, as antigas divindades e as novas acomodaram-se, cada uma em
seu domínio. Na época da 3ª geração, a dos "deuses olímpicos", os deuses
adquiriram forma totalmente humana e o mundo assumiu, finalmente, o aspecto
atual.

Segundo as tradições gregas, porém, até os dias de hoje como em Ad&d 3.5, os deuses
interagiam constantemente com os mortais, e o mundo ainda estava cheia de monstros
assustadores. Os filhos dos deuses olímpicos constituem, de certa forma, a quarta e última geração divina, ou os semi-deuses olimpicos, assim como Anabeth.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Qua Set 07, 2011 11:07 am

Os filhos de Cronos

Cronos teve 5 filhos: Zeus, Posseidon, Hades, Hera e Deméter.


Zeus
(Para os romanos=Júpiter)



Zeus (gr. Ζεύς) é o mais importante dos deuses do panteão grego. Domina o céu e os fenômenos atmosféricos (chuva, raios e relâmpagos), principalmente; mantém a ordem e a justiça no mundo, pois distribui os bens e os males.

Zeus é citado nas tabuinhas micênicas em linear B e tem ascendência nitidamente indo-européia. A palavra "Zeus" deriva de um radical primitivo, *dei- ("reluzir"), presente nas principais línguas indo-européias antigas (grego, latim, hitita, sânscrito), sempre associado a uma importante divindade celeste e à claridade do dia. "Dia", aliás, deriva do latim dies e vem do mesmo radical; a palavra portuguesa "deus" tem a mesma origem.

Os epítetos de Zeus nos poemas homéricos, nossa fonte mais antiga, confirmam sua estreita ligação com os fenômenos atmosféricos: "amontoador de nuvens", "trovejante", "o que lança o raio". Na Ilíada, era já considerado filho de Cronos e Réia, irmão de Hades e Posseidon, e marido de sua irmã Hera. Para os gregos, era e é o mais poderoso e o mais importante de todos os deuses.

O mito que relata sua infância em Creta é relativamente tardio e parece ser uma tentativa de assimilação do deus celeste, trazido pelos conquistadores micênicos, ao antigo deus-jovem da cultura minóica, ligado à deusa-mãe desde o Neolítico.

Zeus participa de muitas outras lendas; as mais notáveis são a titanomaquia, as lutas contra Tífon e contra os gigantes, e as aventuras amorosas.


O poder de Zeus


O poder de Zeus se manifestava tanto pela força irresistível, que assegurava sua preeminência entre os demais deuses, como pela inesgotável capacidade fertilizadora.

A ascensão ao poder foi assegurada pela vitória na titanomaquia, que simboliza a vitória dos novos deuses sobre as antigas divindades dos povos pré-helênicos. Zeus venceu, igualmente, todas as ameaças e rebeliões, e por isso era sempre associado à vitória e ao triunfo em batalha.

O domínio de Zeus representava a ordem cósmica, e foi consolidado também através de casamentos e ligações amorosas com diversas deusas e mulheres mortais, o que refletia seu caráter fertilizador. Em decorrência de suas numerosas aventuras, popularizadas pelos mitógrafos por causa dos disfarces que usava, Zeus teve numerosos filhos, entre deuses, heróis, reis e outros mortais, sempre à revelia da ciumenta Hera, sua esposa legítima.

Em sua sabedoria e soberania incontestavel, era Zeus quem tomava as decisões que influenciavam a evolução do mundo e já era chamado de pai — ou rei — dos deuses e dos homens, possivelmente, desde os tempos micênicos. Seu poder não era, no entanto, absoluto e indiscriminado; na Ilíada é nítido o respeito que tinha pelas divindades mais antigas, como Nix, a noite, as Moiras e, de certa forma, também pelos deuses a ele subordinados.

Zeus personifica a justiça divina, e sua imparcialiadade era simbolizada pela balança com que "pesava o destino" dos homens. A soberania dos reis e por extensão as leis humanas e a justiça, diké, também vinham dele; por isso, a maioria dos reis helênicos mais antigos, como Minos e Tântalo, eram considerados filhos de Zeus. Sob sua proteção estavam também os juramentos, os suplicantes e os hóspedes.


Iconografia e culto


Zeus é representado geralmente como um homem maduro, sentado em um trono com um cetro e um ou mais raios nas mãos; em sua companhia há frequentemente uma águia, animal que lhe era dedicado.

Seus santuários e templos eram particularmente grandiosos, como o de Dodona, onde ficava um antigo oráculo, e o de Olímpia, onde havia uma famosa estátua esculpida por Fídias no século -V. Os Jogos Olímpicos e os Jogos Nemeus eram celebrados em sua honra.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Seg Set 19, 2011 5:03 pm

Zeus(D&D)



Pai de todos os Deuses e Mortais
Divindade Maior
Símbolo: Punho segurando raios
Plano natal: Olimpo
Tendência: Caótico e Bom
Aspecto: Céu, ar, tempestades, destino, nobreza
Seguidores: Todos
Tendência dos Clérigos: CB, CN, NB
Domínios: Ar, Caos, Bem, Nobreza, Força e Clima
Arma predileta: Meia-lança ou lança curta

Zeus, o monarca dos deuses, surge como um humano poderoso com cerca de 4,5m de altura. Ele tem cabelos brancos e uma longa barba branca. Veste uma túnica branca e carrega seu escudo, Égide, que traz uma reprodução da cabeça da primeira medusa. Uma águia gigante celestial branca está sempre ao seu lado.

Zeus é um dos seis filhos de Cronos e Réia e liderou os outros deuses numa rebelião contra seu pai titânico (após libertá-los da barriga de Cronos). Ele tem muitos títulos menores, incluindo O Previsor dos Males, Generoso, Planejador, Conselheiro, Descensor, Empoeirado, Amigável, Deus dos Juramentos, Guia do Destino, Hospitaleiro, Lanceiro, Rei, Ordenador, Purificador, Slavador, Forte, Supremo, Raio e Guerreiro.

Zeus é casado com Hera, mas seus encontros amorosos com outras mulheres (tanto divinas com mortais) são famosos. Ele é o pai de uma quantidade enorme de deuses e mortais excepcionais, incluindo as divindades Ares, Hefestos, Apolo, Ártemis, Dionísio, Hermes e Atena, um grande número de divindades menores (como as Musas e as Graças), e um grande número de mortais, a maioria aventureiros com façanhas heróicas em sua carreira.

DOGMA

Como governante do Panteão, Zeus controla os eventos do universo. Sua igreja ensina que nada acontece em lugar algum sem a permissão do monarca. Cada benção ou maldição que recai sobre as cabeças dos mortais acontece pela "vontade dos deuses" - fundamentalmente, isso significa Zeus, embora as outras divindades Olímpicas com frequencia contestem suas decisões. Zeus é muito inconstante na administração da justiça universal. Ele escolhe favoritos e muda de idéia por capricho. Entretanto, Zeus se importa com a vida mortal, de forma semelhante ao amor de um pai distante de seus filhos. Ele quase nunca envia a destruição sem algum motivo, real ou imaginário. O papel dos mortais, ensina o clero de Zeus, que é apenas aceitar os desígnios de Zeus, para o bem ou para o mal.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Qua Set 28, 2011 8:22 pm





pai de todos os mortais

Divindade maior

Nome: Zeus
Simbolo: Punho segurando raios
Plano Natal: Olimpo
Tendência: Caótico e Bom
Aspecto: Ceu, ar, tempestade, destino, nobreza
Seguidores: Todos
Domínios: Ar, caos, bem, nobreza, força e clima
Arma predileta: Meia-lança ou lança curta
classe: Barbaro 20, Guerreiro 20, Clérigo 10
Posto divino: 19
Poderes Especiais: Imunidades divinas, redução de dano 54/+4(4/-), rs a fogo 39, conversão espontânea de magias divinas, compreender, falar e ler todos os idiomas e falar diretamente com seres a até 28,5km, comunicação remota, reino divino, teletransporte exato ilimitado, viagem planar ilimitada, esquiva sobrenatural, RM 51, aura divina (28,5km, CD 38), sentidos, percepção do aspecto, ações automáticas e criar itens mágicos.




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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Qua Out 05, 2011 10:39 pm

Hera (Para os romanos = Juno)



Divindade protetora das mulheres, especialmente das mães e das mulheres casadas. Sob a proteção de Hera (gr. Ἥρα) estavam os amores legítimos e o casamento.

Origem

O nome de Hera, que provavelmente significa "a senhora", já estava presente nas tabuinhas micênicas de Cnossos e Pilos (séc. -XIV). Ela era, originalmente, uma deusa-mãe, e o epíteto homérico "de olhos de novilha" recorda uma antiga ligação com os animais.

Sua união a Zeus pelo casamento representa, com grande probabilidade, a conciliação entre as divindades cultuadas pelas populações pré-helênicas e os novos deuses trazidos pelos indo-europeus.

Os gregos consideravam-na filha de Crono e Réia, portanto irmã e do mesmo nível de importância de Zeus. Era esposa legítima do pai dos deuses, e diversos deuses mais ou menos antigos eram considerados filhos do casal: Ares e Hefesto, dois deuses olímpicos, e ainda Hebe e Ilítia.

Mitos

Hera aparece nos mitos, basicamente, em seu papel de esposa de Zeus, ocasionalmente sedutora, no mais das vezes rancorosa e ciumenta. Era de grande beleza e no episódio do julgamento de Páris rivalizou com Atena e com a própria Afrodite.

A cena da Ilíada em que seduz e engana o marido no Monte Ida, durante a Guerra de Tróia (Il. 14.153-353), é típica. Durante a gigantomaquia, sua participação foi muito peculiar: Zeus inspirou no gigante Porfírion um intenso e lascivo desejo por Hera e, enquanto o gigante tentava arrancar-lhe o vestido, Zeus fulminou-o com seu raio. Íxion, quando hóspede de Zeus, apaixonou-se perdidamente por ela.

Mais frequentemente, Hera se mostrava ciumenta, mal-humorada e violentamente vingativa. Discutia o tempo todo com o marido e o contrariava invariavelmente, por princípio. Perseguia as amantes dele e os numerosos filhos dessas uniões ilegítimas com empenho, já que não podia se vingar diretamente do mais poderoso dos deuses. Há vários exemplos: Ió, Dioniso, Letó, Hércules, entre outros. Na lenda dos Argonautas, no entanto, sua participação é bem mais benevolente.

Uma vez, pelo menos, Hera se deu mal. Consta que quando Hércules voltava à Grécia depois de saquear Tróia, ela conseguiu distrair Zeus e provocar uma tempestade que fez os navios se perderem e arremessou o herói na ilha de Cós. Infelizmente, Zeus estava de péssimo humor e, ao descobrir a traquinagem da esposa, pendurou-a, no Olimpo, com uma pesada bigorna presa em cada pé...

Iconografia e culto

Hera era representada em geral como uma rainha, bela e de porte majestoso; seus atributos habituais eram o cetro, o diadema, o pavão e, muitas vezes, uma coroa alta, típica das deusas-mãe (cf. Réia-Cibele).

Seu casamento com Zeus, considerado sagrado, era comemorado através de festivais em toda a Grécia. Sua estátua era adornada como uma noiva, levada em procissão e às vezes ritualmente lavada, como se fazia com as noivas antes do casamento.

Inúmeras cidades tinham um heraion, ou templo de Hera; alguns estavam entre os mais antigos e mais importantes (Peracora e Samos, séc. -VIII; Argos e Olímpia, séc. -VII; Paestum, séc. -VI). O heraion de Olímpia é ainda mais antigo que o primeiro templo de Zeus.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Qua Out 12, 2011 7:46 pm

Hera(D&D)



Protetora, Noiva, Hera das Flores

A rainha das divindades Olímpicas, Hera surge como uma mulher alta e nobre. Ela é a patrona do casamento, mas também das esposas ciumentas, pois a última coisa que seu casamento com Zeus é um modelo de fidelidade. Devido aos ciúmes dos vários casos de Zeus com outras deusas e mulheres mortais, Hera muitas vezes reagiu violentamente. Ela conspirou com os Titãs pela morte de Zagreu (mistérios órficos de Dionísio), enganou a mãe mortal de Dionísio, Sêmele, a causar a sua própria morte e tentou prejudicar Hércules durante toda a sua vida mortal.

Hera é um dos seis filhos dos Titãs Cronos e Réia, e por isso é irmã de Zeus, além de sua esposa. Ela lutou bravamente contra os Titãs ao lado do marido, mas sua importância tem declinado com cada nova divindade ou herói que Zeus concebe com outras.

DOGMA

Hera defende a busca do primeiro lugar e não tem escrúpulos em defender métodos questionáveis para alcançar suas metas.
Ela é delatora, espiã e manipuladora, e muitos de seus seguidores se orgulham em imitá-la. O poder, afirma, jamais é concedido livremente - deve ser tomado. Embora Hera tenha certa inclinação óbvia para o Mal, ela tem muitos seguidores e clérigos Bons que enfatizam seus aspectos mais positivos como uam divindade protetora e nutriz. Ela também é a patrona da nobreza e do governo.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Qua Nov 02, 2011 11:17 am






protetora, noiva, Hera das flores

Divindade maior

Nome: Hera
Simbolo: Leque de penas de pavão
Plano Natal: Olimpo
Tendência: Neutro
Aspecto: Casamento, mulheres, intriga
Seguidores: Mulheres, esposas, espiões, planejadores
Domínios: Comunidade, Nobreza, Proteção, Enganação
Arma predileta: Maça leve
classe: Ladino 20, Mago 20
Posto divino: 16
Poderes Especiais: Imunidades divinas, redução de dano 54/+4, rs a fogo 36, cura acelerada 36, conversão espontânea de magias divinas, compreender, falar e ler todos os idiomas e falar diretamente com seres a até 24km, comunicação remota, reino divino, teletransporte exato ilimitado, viagem planar ilimitada, esquiva sobrenatural, RM 48, aura divina (24km, CD 42), familiar (pavões), golpe incapacitante, amortecer impacto, evasão aprimorada, oportunismo, armadilhas.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Seg Nov 07, 2011 10:13 pm

Posseidon (para os romanos = Netuno)




Posseidon (gr. Ποσειδῶν), irmão de Zeus, era o deus do mar, porém com fortes ligações terrestres. Embora seu domínio estivesse basicamente entre as aguas, as tempestades e os animais marinhos, ele era também capaz de provocar terremotos e de fazer brotar nascentes.

Origem

Posseidon é um dos deuses micênicos citados nas tabuinhas em linear B de Pilos e de Cnossos. Primitivamente, relacionava-se com a terra e com os cavalos, como se depreende de um de seus epítetos mais frequentes, abalador da terra, e das lendas em que é mostrado como pai de cavalos com poderes sobrenaturais (Aríon e Pégaso, por exemplo).

Em algum momento da Idade das Trevas começou a ser cultuado como deus marinho. Em Homero, por volta de -750, ele já é mostrado como o senhor definitivo dos mares, a quem as divindades marinhas mais antigas, Nereu e Proteu, entre outras, estavam subordinadas.

Os gregos consideravam-no, tradicionalmente, filho de Cronos e de Réia, e portanto irmão de Zeus, Hades, Hera, Deméter e Héstia. Foi durante a titanomaquia que recebeu dos ciclopes seu instrumento característico, o tridente.

Mitos

Na época em que os deuses foram escolhidos como patronos das cidades, Posseidon foi preterido em várias disputas: em Corinto, perdeu para Hélio; em Argos, para Hera; em Egina, para o próprio Zeus. O caso mais famoso, no entanto, foi a competição com Atena pela cidade de Atenas. Posseidon fez brotar uma fonte na acrópole, e a deusa plantou a primeira oliveira; os outros deuses arbitraram a disputa, e Atena foi a vencedora.

Lutou ao lado de Zeus durante a gigantomaquia mas, em outra ocasião, rebelou-se contra o irmão. Derrotado, teve que servir o rei Laomedonte, de Tróia, durante um ano, juntamente com seu sobrinho, Apolo. É personagem de muitos outros mitos, como o das danaides, o de Cefeu e Cassiopéia, o do Minotauro e o de Odisseu, entre outros.

Os filhos de Posseidon

Embora casado com a nereida Anfitrite, a maioria de seus filhos veio das aventuras com numerosas amantes. Note-se que o gosto de Posseidon por mulheres era extremamente amplo. Ao lado de belas mulheres, como sua irmã Deméter e a bela Amímone, uma das danaides, conta-se que se atreveu a engravidar a monstruosa Medusa, uma das três górgonas, da qual nasceu Pégaso. Algumas tradições relatam, ainda, que ele teve uma aventura com o jovem Pélops, filho de Tântalo.

Muitos de seus numerosos filhos eram perigosos e violentos, como o caçador Órion, o ciclope Polifemo e o bandido Círon; outros, no entanto, eram "bonzinhos", como o cavalo alado Pégaso e Tritão.

Posseidon figura também na origem de muitas famílias míticas: foi pai de alguns heróis (v.g. Belerofonte e Teseu) e ancestral de vários fundadores de cidades.

Tritão

Tritão, possivelmente uma antiga divindade marinha, como Nereu e Fórcis, na maioria das tradições é considerado filho de Posseidon e Anfitrite.

De corpo humano e cauda de peixe, Tritão vivia no fundo do mar e era capaz de provocar tempestades, assumir diferentes formas e mover ilhas e rochedos. Os gregos da época clássica acreditavam que havia mais de um tritão e que todos eles, assim como as nereidas, faziam parte do séquito de Posseidon.

As lendas mais tardias referem-se também a um deus marinho chamado Glauco, que tinha forma semelhante à de Tritão e, ainda, o dom da profecia. Às vezes era também considerado filho de Posseidon.

Iconografia e culto

Nas pinturas e esculturas Posseidon habitualmente tem longas barbas e carrega um tridente; às vezes é mostrado em uma carruagem que caminha sobre as ondas ao lado de tritões, nereidas, monstros e animais marinhos.

Era cultuado em diversas cidades, e seus templos mais famosos ficavam em Corinto, no cabo Súnion (Ática) e no monte Mícale (Ásia Menor). Os Jogos Ístmicos eram celebrados em sua honra.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Seg Nov 14, 2011 8:49 pm

Posseidon(D&D)



Quem faz a terra tremer, Salvador dos Navios, Posseidon das Ondas Intensas

Posseidon, o deus do mar, surge como um grande homem com cabelos e barbas longos e fluidos. Ele veste uma túnica e porta um tridente. Tritões, sereias e ninfas marinhas freqüentemente o acompanham. Posseidon é um dos seis filhos de Cronos e Réia.

DOGMA

Assim como os outros deuses Caóticos e Neutros, Posseidon exige um pouco de seus seguidores além de sacrificios. Seus clérigos sacrificam touros a seu patrono (atirando-os ao mar) pelo menos uma vez por mês e a ira de Posseidon se mantém relativamente aplacada.
Os marinheiros e os habitantes do litoral devem assegurar-se de não irritar esta divindade temperamental. Posseidon já arrasou cidades costeiras que o desagradaram com maremotos e terremotos. O herói Odisseu (Ulisses) foi condenado a vagar por dez longos anos por ter cegado um dos filhos de Posseidon, o ciclope Polifemo.
Posseidon representa toda a abundância e o perigo do mar, trazendo a vida (dizem que ele criou os cavalos e os bois) e retirando-a.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Qui Nov 24, 2011 6:08 pm





quem faz a Terra tremer, salvador dos navios, Posseidon das ondas intensas

Divindade maior

Nome: Posseidon
Simbolo: Tridente
Plano Natal: Olimpo
Tendência: Caótico e Neutro
Aspecto: Mar, rio, terremotos
Seguidores: Marinheiros, pescadores, habitantes do litoral
Domínios: Caos, Terra e Água
Arma predileta: Tridente
classe: Bárbaro 20, Druida 20
Posto divino: 17
Poderes Especiais: Imunidades divinas, imunidade a fogo, redução de dano 52/+4 (4/-), cura acelerada 37, conversão espontânea de magias divinas, compreender, falar e ler todos os idiomas e falar diretamente com seres a até 25,5km, comunicação remota, reino divino, teletransporte exato ilimitado, viagem planar ilimitada, fúria aprimorada 6/dia, não fica fadigado após a fúria, mil faces, senso da natureza, resistir à tentação da natureza, corpo atemporal, rastro invisível, esquiva sobrenatural (não pode ser flanqueado,+4 contra armadilhas), imunidade a veneno, forma selvagem (animais Miúdos, Pequenos, Médios, Grandes, Enormes ou atrozes 6/dia, elementais 3/dia), caminho da floresta, RM 49, aura divina (25,5km, CD 37).
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Qua Nov 30, 2011 8:44 pm

Deméter (para os romanos = Ceres)



Deusa da agricultura, Deméter (gr. Δημήτηρ) representava os frutos obtidos com o cultivo da terra, de forma geral, e notadamente o trigo. Não deve ser confundida com Gaia, que representa a terra como princípio cosmogônico.

Origem

Ligada diretamente à fertilidade da terra cultivada, Deméter é uma antiquíssima deusa-mãe cuja origem deve remontar, no mínimo, ao Neolítico. Não há menção a Deméter nas tabuinhas micênicas, mas é possível que algumas pinturas murais se refiram a ela e há, também, uma inscrição minóica em linear A, ainda não decifrada, a mencione. Em Homero, ela já aparece diretamente associada ao trigo.

Para os gregos, ela era filha dos titãs Crono e Réia, nascida logo depois de Héstia, e portanto irmã de Zeus, Hera, Posseídon e Hades.

Mitos

Deméter teve uma filha com Zeus, Perséfone (gr. Περσεφόνη), à qual era particularmente afeiçoada. Perseguida também por Posseidon, a deusa tentou escapar, assumindo a forma de égua, mas o deus se transformou em cavalo e uniu-se a ela com essa forma. Algum tempo depois, Deméter deu à luz um cavalo rapidíssimo, Aríon, que ficou famoso durante a luta dos Sete Contra Tebas. Consta que ela teria se unido também a Iásion, um dos filhos de Zeus, em cima de um "campo três vezes lavrado" e gerado Pluto (gr. Πλοῦτος), deus da riqueza agrária.

Deméter está associada principalmente à história do rapto de Perséfone (para os romanos = Proserpina). Ela era uma bela e despreocupada jovem — os gregos também se referiam a ela como Κόρη, "a donzela, a mocinha" — e certo dia Hades se apaixonou pela jovem. Com a conivência de Zeus, raptou-a enquanto ela brincava com as ninfas e levou-a para seu reino subterrâneo. Alertada por um grito da filha, Deméter começou a procurá-la por todo o mundo, com um archote aceso em cada mão. Após vários dias de busca encontrou Hécate, que ouvira Perséfone gritar mas não vira quem a levara; Hélio, porém, que tudo vê, revelou a identidade do raptor...

Enfurecida, Deméter recusou-se a voltar ao Olimpo sem a filha querida e a exercer suas funções divinas. Assumiu o aspecto de uma velha e pôs-se a serviço de de Céleo, rei de Elêusis, que encarregou-a de cuidar do jovem Triptólemo, seu filho. Deméter afeiçoou-se ao menino e tentou torná-lo imortal, colocando-o periodicamente no fogo. Surpreendida porém numa das "sessões de imortalização" pela assustada Metanira, mãe do menino, não pôde completar o processo. Revelou-se então aos assustados reis e confiou a Triptólemo a tarefa de espalhar pelo mundo a cultura do trigo.

Enquanto isso, a terra tornou-se estéril e assim permanecia, pois sem a intervenção de Deméter nada do que era plantado crescia. Perturbada a ordem natural, Zeus teve que intervir junto a Hades para libertar Perséfone e aplacar a mãe enfurecida. Perséfone, entretanto, já desfrutara da hospitalidade de Hades e comera uma romã — o que a associava permanentemente ao reino subterrâneo — e os deuses envolvidos tiveram de negociar.

Perséfone tornou-se esposa de Hades, e rainha dos mortos; Deméter reassumiu suas tarefas divinas; e, a cada primavera, Perséfone deixava o Hades e se reunia com a mãe, no Olimpo, para que nessa época a terra cultivada desse seus frutos.

Desde a Antiguidade esse mito era visto como uma alegoria: Perséfone era o grão semeado, colocado embaixo da terra para se desenvolver e despontar durante a primavera sob a forma de novos frutos...

Iconografia e culto

Deméter era representada geralmente com archotes ou uma espiga de trigo, às vezes acompanhada de uma serpente; seu mito se liga tão estreitamente ao de Perséfone que as duas são muitas vezes representadas juntas. Em muitos lugares mãe e filha eram chamadas simplesmente de "as duas deusas".

A deusa era largamente cultuada, especialmente na Arcádia, na Sicília e em Cnidos. Estava associada também aos Mistérios de Elêusis, célebre culto de mistérios de origem pré-helênica. Em toda a Grécia as Tesmofórias, festival aberto exclusivamente às mulheres, era celebrado no outono em sua homenagem.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Sab Dez 10, 2011 7:43 pm


Deméter(D&D)



A Provedora, Deméter dos Cabelos Adoráveis, Deméter do Fruto Esplêndido

Deméter, a divindade da agricultura e da fertilidade, é uma deusa da terra cujo humor influencia a vida e a fertilidade dos campos. Ela surge como uma mulher maternal, vestida com robes nas cores da vegetação: verde exuberante na primavera e no verão, dourado no outono e marrom ou negro no inverno (quando lamenta por sua filha, Perséfone). Ela é uma das seis filhas dos Titãs Cronos e Réia.

DOGMA

Deméter controla o ciclo anual de crescimento e morte da terra. Os fazendeiros são seus principais devotos, oferecendo preces e sacrificios especiais a ela durante o plantio, por toda a estação de cultivo e na época da colheita. Ela incita seguidores a tratarem a terra com cuidado e respeito e determina os procedimentos agricolas para assegurar a fertilidade do solo, como rotação de culturas e instituição de campos de pousio. Deméter também é a figura central de um culto de mistérios, chamado os Mistérios de Elêusis (por serem originários da cidade de Elêusis).
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Qua Dez 14, 2011 8:15 pm





a provedora, Deméter dos cabelos adoráveis, Deméter do fruto esplêndido

Divindade menor

Nome: Deméter
Simbolo: Cabeça de uma égua
Plano Natal: Olimpo
Tendência: Neutro
Aspecto: Agricultura
Seguidores: Fazendeiros
Domínios: Terra, Plantas, Proteção
Arma predileta: Lança curta ou meia-lança
classe: Druida 20 / Abjurador 20
Posto divino: 10
Poderes Especiais: Imunidades divinas, redução de dano 45/+4, cura acelerada 30, resistencia a fogo 30, conversão espontânea de magias divinas, compreender, falar e ler todos os idiomas e falar diretamente com seres a até 15 km, comunicação remota, reino divino, teletransporte exato ilimitado, viagem planar ilimitada, familiar (cavalos), mil faces, senso da natureza, resistir à tentação da natureza, corpo atemporal, rastro invisível, imunidade a veneno, forma selvagem (animais Miúdos, Pequenos, Médios, Grandes, Enormes ou atrozes 6/dia, elementais 3/dia), caminho da floresta, RM 42, aura divina (300m, CD 31).
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Sex Dez 23, 2011 9:53 pm

Hades (para os romanos = Plutão, Dis)




O deus Hades (gr. Ἅδης), irmão de Zeus, era o soberano do mundo subterrâneo, destino final da sombra dos mortos; seu nome significa "o invisível". Era também conhecido por Plutão (gr. Πλούτων), que significa "rico", pois era proprietário de todas as riquezas que existem sob a terra.

Origem e mito

A partir do Período Arcaico, Hades era considerado filho de Cronos e de Réia, e irmão de Zeus, Posseídon, Hera, Deméter e Héstia. Acredita-se que durante a titanomaquia ele recebeu dos ciclopes um capuz ou capacete que tornava seu portador invisível. Na partilha que se seguiu à luta, coube-lhe o controle do mundo subterrâneo e dos mortos.

Hades aparece raramente nas lendas, embora seja muito mencionado. Os principais episódios de que participa são o do rapto de Perséfone (Koré), com quem mais tarde se casou; o do 12º trabalho de Hércules; e o de Orfeu e Eurídice.

O hades

O reino de Hades (frequentemente abreviado para "o hades") era primitivamente localizado no extremo ocidente, além do rio Oceano, ou diretamente abaixo da superfície. Esse último conceito veio a moldar, séculos mais tarde, a idéia de "inferno" das religiões européias e asiáticas.

O hades era um lugar sombrio e sinistro, franqueado por um portão monumental. Os mitos mais antigos nos fornecem poucos detalhes, mas as versões mais tardias são ricas em pormenores. Uma das entradas, por exemplo, era o rio Aqueronte.

Quando alguém morria, era levado pelo deus Hermes até o Hades, onde bebia a água do Rio Lete, que trazia o esquecimento da vida terrena, e atravessava o rio Estige em uma barca, conduzida pelo severo Caronte. Como pagamento, o barqueiro recebia um óbolo, a moeda de menor valor, que os parentes colocavam na boca do falecido. O morto atravessava então os portões monumentais, eternamente guardados por Cérbero, cão de três cabeças e cauda de serpente. O feroz guardião permitia a entrada de todos, porém não deixava ninguém sair.

Finalmente, diante de Hades e Perséfone, o defunto enfrentava a sentença dos severos e justíssimos juízes dos mortos — Minos, Radamante e Aiaco —. Segundo seus méritos, era conduzido aos aprazíveis Campos Elíseos ou aos tormentos eternos...

Iconografia e culto

De Hades, nenhum favor ou benefício era esperado; assim, ele não tinha templos e nenhum culto específico lhe era dedicado. Seu nome não era pronunciado, e a ele se referiam através de eufemismos. Era, também, raramente representado; quando isso ocorria, mostravam-no com um cetro, e às vezes com uma cornucópia, símbolo da fartura e da riqueza.

No sul do Épiro, porém, na cidade de Éfira, ficava um famoso oráculo dos mortos, o necromanteion; ele era, de certa forma, um santuário de Perséfone e Hades. A construção parecia um labirinto, com corredores tortuosos e salas sem janelas situadas abaixo e acima do chão.

Na Mitologia Grega mais antiga, as "ilhas dos bem-aventurados" (gr. Μακάρων νῆσοι) eram o local para onde os deuses enviavam seus escolhidos, após a morte terrena, para uma nova vida, perfeita e agradável. A ilha era vagamente situada no extremo oeste do rio Oceano. Na época clássica falava-se dos "Campos Elíseos" (gr. Ἠλύσιον πέδιον), um prado aprazível e de grande beleza situado igualmente na margem ocidental do Rio Oceano; em versões tardias das lendas, situava-se o Ἡλύσιον em algum lugar do hades, o mundo subterrâneo dos mortos. Aparentemente, é essa a origem do conceito de "Céu" dos cristãos e muçulmanos.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Seg Jan 02, 2012 10:22 pm


Hades(D&D)



O senhor do submundo, senhor dos mortos

Hades, o deus da morte e da riqueza, surge como um homem grande, de musculatura poderosa e com pele acizentada. Ele tem uma barba negra e hirsuta e olhos negros, e usa jóias de ouro que simbolizam seu controle sobre a riqueza. Enquanto seus irmãos Zeus e Posseidon governam respectivamente o céu e o mar, Hades é o regente do submundo e também tem certo controle sobre a terra.

Hades é um dos seis filhos de Cronos e Réia e uma das doze divindades Olímpicas principais. Entretanto, ao contrário dos demais membros do panteão, ele não reside no Olimpo. Seu lar é a escuridão estígia do Hades. Ele é casado com Perséfone, filha de Deméter, mas ela vive com ele apenas durante os meses de inverno.

DOGMA

Ao contrário de outras divindades com aspectos que incluem a morte, Hades não nutre raiva ou ódio pelos mortais cujas almas adentram seu reino. A morte, ele ensina, é o destino de todos os mortais, o que os separa das divindades, e deve ser aceita mesmo que traga tristeza.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Dom Jan 08, 2012 9:39 pm





o senhor do submundo, o senhor dos mortos

Divindade Maior

Nome: Hades
Simbolo: Carneiro negro
Plano Natal: Hades
Tendência: Neutro e Mal
Aspecto: Morte, submundo, terra e riqueza
Seguidores: Necromantes, assassinos, ladinos
Domínios: Morte, Terra, Mal
Arma predileta: Espada Longa
classe: Guerreiro 20 / Ladino 10 / Assassino 10
Posto divino: 17
Poderes Especiais: Imunidades divinas, redução de dano 52/+4, resistencia a fogo 37, conversão espontânea de magias divinas, compreender, falar e ler todos os idiomas e falar diretamente com seres a até 25,5 km, comunicação remota, reino divino, teletransporte exato ilimitado, viagem planar ilimitada, +5 em testes de resistencia contra venenos, evasão, esquiva sobrenatural (não pode ser flanqueado, +4 contra armadilhas) RM 49, aura divina (35,5km, CD 36).
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Qui Jan 26, 2012 8:20 pm


Héstia (para os romanos = Vesta)



Héstia é a deusa grega dos laços familiares, simbolizada pelo fogo da lareira.

Origem e Mito

Filha de Cronos e Reia, era uma das doze divindades olímpicas. A ordem de nascimento de seus irmãos, é Héstia (a mais velha), seguida de Deméter e Hera, seguidas de Hades e Posseidon; o próximo a nascer, Zeus, foi escondido por Reia em Creta, que deu uma pedra para Cronos comer.
Cortejada por Posseidon e Apolo, jurou virgindade perante Zeus, e dele recebeu a honra de ser venerada em todos os lares, ser incluída em todos os sacrifícios e permanecer em paz, em seu palácio cercada do respeito de deuses e mortais.
Embora não apareça com frequência nas histórias mitológicas, era admirada por todos os deuses. Era a personificação da moradia estável, onde as pessoas se reuniam para orar e oferecer sacrifícios aos deuses. Era adorada como protetora das cidades, das famílias e das colônias.
Sua chama sagrada brilhava continuamente nos lares e templos. Todas as cidades possuíam o fogo de Héstia, colocado no palácio onde se reuniam as tribos. Esse fogo deveria ser conseguido direto do sol.

Iconografia e Culto

Quando os gregos fundavam cidades fora da Grécia, levavam parte do fogo da lareira como símbolo da ligação com a terra materna e com ele, acendiam a lareira onde seria o núcleo político da nova cidade.
Sempre fixa e imutável, Héstia simbolizava a perenidade da civilização. Em Delfos, era conservada a chama perpétua com a qual se acendia a héstia de outros altares.
Cada peregrino que chegava a uma cidade, primeiro fazia um sacrifício à Héstia.
Seu culto era muito simples: na família, era presidido pelo pai ou pela mãe; nas cidades, pelas maiores autoridades políticas.
Em Roma era cultuada como Vesta e o fogo sagrado era o símbolo da perenidade do Império. Suas sacerdotisas eram chamadas Vestais, faziam voto de castidade e deveriam servir à deusa durante trinta anos. Lá a deusa era cultuada por um sacerdote principal, além das vestais.
Era representada como uma mulher jovem, com uma larga túnica e um véu sobre a cabeça e sobre os ombros. Havia imagens nas suas principais cidades, mas sua figura severa e simples não ofereceu muito material para os artistas.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Qua Fev 08, 2012 8:27 pm


Héstia(D&D)



A deusa do fogo

"Em todos os templos dos deuses ela possui sua parcela de devoção, e para todos os mortais, de todos os deuses ela é a mais venerada"
-- Os Hinos Homéricos

Esta ilustre posição pertence a uma divindade discreta, Héstia. Embora seja irmã de Zeus e uma das filhas de Cronos e Réia, Héstia normalmente não se envolve nas discussões, na política e nos casos dos demais deuses Olímpicos. Em vez disso, contenta-se com sua posição como uma divindade doméstica, cultuada com sacrifícios simples, por pessoas humildes, em pequenos altares nas casas.

Héstia surge como uma jovem com um brilho no olhar semelhante ao tremeluzer do fogo. Ela é a primogênita de Cronos e Réia, mas foi a última a emergir do estômago de seu pai quando Zeus libertou seus irmãos.
Posseidon e Apolo a cortejaram, mas ela desprezou ambos e jurou permanecer eternamente virgem.

DOGMA

A fé de Héstia é simples. Ela ensina as virtudes do lar e da vida familiar, as doces recompensas do trabalho, e as bençãos do alimento e do descanso. Ela encoraja as pessoas comuns a desfrutarem dos presentes que a vida oferece conforme surgem, agradecendo aos deuses a cada dádiva terrena obtida.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Ter Fev 14, 2012 8:37 pm






a deusa do fogo

Divindade Menor

Nome: Héstia
Simbolo: Lareira
Plano Natal: Olimpo
Tendência: Neutro e Bom
Aspecto: Lar, Lareira, Família
Seguidores: Plebeus
Domínios: Comunidade, Bem, Proteção
Arma predileta: Adaga
classe: Especialista 20
Posto divino: 9
Poderes Especiais: Imunidades divinas, redução de dano 44/+4, cura acelerada 29, compreender, falar e ler todos os idiomas e falar diretamente com seres a até 13,5 km, comunicação remota, reino divino, teletransporte exato ilimitado, viagem planar ilimitada, RM 41, aura divina (270m, CD 29).


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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Seg Fev 20, 2012 12:53 pm


Apolo (para os romanos = Febo)



Apolo (gr. Ἀπόλλων) era o deus das profecias, da medicina e da música, também associado ao pastoreio e ao sol. Na época clássica o sol era por vezes chamado de "carro de Apolo" e, talvez por isso, ele tenha sido considerado também o deus da luz e da juventude.

Origem e nascimento

Não há menção segura a Apolo nas tabuinhas micênicas; como na Ilíada ele já aparece bem caracterizado, é provavel que sua origem remonte à Idade das Trevas. Há algumas semelhanças entre Apolo e divindades da Ásia Menor, mas isso é insuficiente para considerá-lo de procedência oriental.

Apolo era considerado filho de Zeus e de Letó, e irmão gêmeo de Ártemis. Nasceu na ilha de Delos e a parteira foi ninguém menos que a própria Ártemis, nascida poucos minutos antes. Depois de passar algum tempo entre os Hiperbóreos, no extremo norte do rio Oceano, dirigiu-se a Delfos, onde matou uma serpente, Píton (ou Delfine, conforme a versão), filha de Gaia. Esse mito simboliza a supremacia dos "novos" deuses olímpicos, associados à luz, sobre as antigas divindades ctônicas, associadas à terra.

Em Delfos, Apolo consagrou também a trípode, um de seus atributos, onde antes existia um antigo oráculo de Gaia ou de Têmis, instituindo então o famoso Oráculo de Delfos. As respostas ambíguas dadas pela sacerdotiza, a pítia, valeram-lhe o epíteto de Lóxias, "o oblíquo".

Apolo era considerado o deus da música e, embora as lendas relatem que Hermes inventou a lira e a flauta, foi Apolo que, tocando-as, levou-as à perfeição. Ele dirigia, no Olimpo, o coro das Musas e a dança das Cárites, suas irmãs, e entretia os demais deuses olímpicos com a lira.

Os amores

Apolo não se casou, porém teve muitos amores, e praticamente nenhum foi bem sucedido. Apesar de sua divindade e beleza, era sistematicamente recusado tanto por divindades como por mortais.

A ninfa Dafne pediu que os deuses a transformassem em loureiro (gr. dáphne) para fugir das investidas de Apolo. Coronis, filha de um rei da Tessália, e Marpessa, filha do rei da Etólia, abandonaram o deus e se uniram a homens mortais. A princesa troiana Cassandra prometeu se unir a ele caso o deus lhe ensinasse a arte da profecia, mas não cumpriu sua parte. Apolo, então, fez com que ninguém acreditasse em suas profecias que, no entanto, eram sempre corretas.

Além de Dafne, dois outros mitos relacionam os amores de Apolo com os vegetais: o de Ciparisso e o de Jacinto. Ciparisso, um belo rapaz amado por Apolo, matou acidentalmente um veado, seu animal de estimação. A tristeza foi tão grande que o jovem pediu aos deuses que suas lágrimas durassem eternamente; foi, então, transformado em cipreste (kypárissos, em grego), a árvore da tristeza.

Jacinto, por quem tanto Apolo como Zéfiro, o vento oeste, estavam apaixonados, morreu acidentalmente. Ele e Apolo se divertiam lançando o disco, e Apolo atingiu-o sem querer (o ciumento Zéfiro, em algumas versões, desviou o disco de propósito). Desgostoso, o deus transformou-o em uma flor, o jacinto (gr. yákinthos), para imortalizar seu nome.

Apesar de tudo, Apolo comseguiu se tornar pai. Seus filhos mais conhecidos foram o herói Aristeu, que teve com a ninfa Cirene; o herói-deus Asclépio, nascido de Coronis; Naxos e Mileto, heróis epônimos da ilha e da cidade homônimas, nascidos de Acacális, filha do rei Minos; e, segundo alguns mitógrafos, teve filhos também com uma ou duas Musas.

Outros mitos

Apolo era um arqueiro excepcional, e suas flechas eram capazes de produzir doenças e de causar morte súbita entre os homens. Embora tocasse "divinamente" diversos instrumentos musicais, era mais comumente associado à lira. Não era um bom esportista, como atestam os episódios de suas disputas musicais com e com Mársias.

Dentre as numerosas outras lendas de que participa (a de Níobe, a de Hércules, etc.), as mais curiosas são duas que relatam os castigos que o deus sofreu devido a faltas cometidas.

Na primeira, em decorrência da malograda conspiração para aprisionar Zeus, ele e Posseídon tiveram de servir o rei de Tróia, Laomedonte, e construir as muralhas da cidade. Na segunda, seu filho Asclépio atreveu-se a ressuscitar os mortos e foi fulminado por Zeus. Apolo vingou-se então nos ciclopes, artífices dos raios de Zeus, já que nada podia fazer contra o pai. Foi condenado, por isso, a pastorear e cuidar dos rebanhos de Admeto, rei de Feras, durante um ano.

Iconografia e culto

Apolo é habitualmente representado como um homem jovem e belo, de elevada estatura. Não se acredita mais, como há algum tempo, que os koûroi arcaicos eram sempre representações suas. Seus atributos são a lira ou a cítara, a trípode, o arco e as flechas. É possível que o famoso Colosso de Rodes, habitualmente associado ao deus Hélio, tenha sido uma representação sua.

Era cultuado em toda a Grécia, notadamente na ilha de Delos, consagrada a ele, e em Delfos, onde ficava o famoso santuário com o Oráculo. Dizia-se que Delfos era o centro do mundo, o que era representando pelo "ônfalos", uma pedra em forma de umbigo. Além de diversas festas, como as Carnéias (Esparta), as Targélias (Atenas e Jônia), e as Délias (Delos), as Teoxenias e os Jogos Píticos de Delfos eram também celebrados em honra de Apolo.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Ter Mar 20, 2012 12:16 pm


Apolo(D&D)



O músico dos deuses, o deus arqueiro, o que atira à distância, o curandeiro, o deus da luz,o deus da verdade

Apolo, o deus da música, da luz e da cura, surge como um belo jovem imberbe carregando uma lira dourada e um arco de prata.
Foi Apolo quem ensinou a arte de cura aos homens. Embora geralmente seja benevolente e caridoso, ele pode ser terrível quando está irritado, disparando flechas que levam doença e morte às suas vítimas. Ele é bastante vaidoso em relação a sua habilidade musical.

DOGMA

Apolo é um deus tolerante que se interessa pela cura das aflições do espírito e do corpo. Ele prega a paz, o perdão e a justiça em detrimento da vingança. Ele incita seus seguidores a fazer a paz sempre que possível e ajudar os que desviaram do caminho a expiar suas faltas. Ele não tolera atos malígnos voluntários e não tem paciência com criminosos reincidentes. Ele tem uma péssima opinião sobre ladrões e sobre indivíduos que ganham a vida desonestamente (dizem que nenhuma falsidade jamais escapou de seus lábios). Ele aplica punições severas aos seus criminosos.

Apolo incita seus seguidores a se mostrarem corajosos e incansáveis ao enfrentar o mal, mas também a se lembrarem da compaixão pelas vítimas do mal e a dedicar tempo para apreciar as coisas belas da vida, especialmente a música.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Sab Mar 31, 2012 10:36 am





o músico dos deuses, o deus arqueiro, o que atira à distância, o curandeiro, o deus da luz, o deus da verdade

Divindade Intermediária

Nome: Apolo
Simbolo: Lira
Plano Natal: Olimpo
Tendência: Caótico e Bom
Aspecto: Luz, Profecia, Música, Cura
Seguidores: Bardos, Elfos, Magos, Feiticeiros, Curandeiros, Sábios
Domínios: Bem, Cura, Conhecimento, Magia, Sol
Arma predileta: Arco Longo Composto
classe: Guerreiro 9 / Bardo 20 / Mago 10 / Clérigo 10
Posto divino: 15
Poderes Especiais: Imunidades divinas, redução de dano 50/+4, resistencia a fogo 35, conversão expontânea de magias divinas, compreender, falar e ler todos os idiomas e falar diretamente com seres a até 22,5 km, comunicação remota, reino divino, teletransporte exato ilimitado, viagem planar ilimitada, conhecimento de bardo +35, música de bardo 28/dia (música de proteção, fascinar, inspirar competência, inspirar coragem, inspira grandeza, sugestão) com alcance de 22,5km, familiar (falcão), RM 67, aura divina (450m, CD 37).
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Sex Abr 06, 2012 5:21 pm



Ártemis (para os romanos = Diana)



Ártemis (gr. Ἄρτεμις) é, de certa forma, a versão feminina de Apolo, seu irmão gêmeo. Apesar de ser primariamente uma deusa da caça e da vida selvagem, era também associada ao parto e à lua, coisas ligadas respectivamente a rituais de fertilidade e à magia.

Origem

Ártemis é citada nas tabuinhas micênicas em linear B (Pilos, séc. -XIII) e, com o tempo, incorporou os atributos de diversas divindades muito antigas, provavelmente pré-helênicas, como Selene, a deusa da lua, Hécate, Ilítia e Ortia, uma deusa do nascimento cultuada na Lacônia. Por ser também uma deusa da caça, é possível até que tenha sido adorada nessa forma durante o Paleolítico, época em que a caça estava no apogeu.

As relações com a deusa-mãe da Ásia Menor, "senhora dos animais", e com as deusas minóicas são evidentes e igualmente muito antigas. Sua helenização, portanto, não foi completa — na Ilíada, por exemplo, Homero se refere a ela como senhora dos animais (Il. 21.470). É interessante notar que mais tarde, durante o Período Arcaico, o culto à deusa Cibele (uma "senhora dos animais" de origem puramente anatólica) se tornou muito popular em toda a Grécia, paralelamente ao culto de Ártemis.

Para os gregos, Ártemis era filha de Zeus e de Letó, filha do titã Ceos, e o primeiro mito de que participou foi o do próprio nascimento, pois ajudou o parto de Apolo assim que saiu do útero de Letó.

A virgem caçadora

Ártemis usava o arco tão bem quanto Apolo e era capaz de provocar, com suas flechas, a morte súbita nas mulheres. Eternamente virgem, seu único prazer era a caça; vivia sozinha nos bosques com as ninfas e os animais selvagens.

Na maioria das lendas de que participa, como por exemplo a de Níobe, a do javali de Cálidon e a de Ifigênia, aparece como uma deusa suscetível e vingativa. Preservava também ciosamente sua intimidade e a castidade das ninfas que a seguiam, como fica evidente pelas lendas de Órion, Calisto e Actéon.

Órion (gr. Ὠρίων), filho de Posseidon, era um gigantesco caçador que se apaixonara por uma das ninfas — ou pela própria deusa, conforme a versão — e morreu devido à mordida de um escorpião enviado por Ártemis. Em uma variante da lenda, Órion perseguiu as Plêiades e, assim como elas, acabou transformado em constelação.

Calisto (gr. Καλλιστώ) era uma ninfa que acompanhava a deusa pelos bosques e por quem Zeus se apaixonara. Como ela fugia de todos os homens, a exemplo de Ártemis, Zeus se aproximou dela na forma da própria Ártemis, e conseguiu seduzí-la. Quando a deusa percebeu a gravidez de Calisto, expulsou-a de sua companhia e, mais tarde, transformou-a em ursa.

Actéon era filho de Aristeu e de Autônoe e, portanto, neto de Apolo e sobrinho-neto de Ártemis. Ao caçar na floresta, Actéon viu acidentalmente Ártemis em seu banho. A deusa o transformou imediatamente em veado e atiçou seus próprios cães contra ele. Os animais, incapazes de reconhecer o dono, atacaram e devoraram o azarado caçador.

Iconografia e culto

Nas representações arcaicas e clássicas, Ártemis era uma moça bela e severa, em trajes de caça, armada de arco e flecha e muitas vezes acompanhada de animais (uma corça, habitualmente).

Embora fosse cultuada em toda a Grécia, seus santuários mais importantes ficavam em Brauron (Ática), Esparta, Perga e Éfeso, onde o templo a ela dedicado foi considerado uma das Sete Maravilhas do Mundo.
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Re: Tudo sobre o Panteão Olímpico

Mensagem por Marcelo Marques em Sex Abr 13, 2012 12:07 pm


Ártemis(D&D)



Ártemis das setas douradas, amiga da juventude, senhora do lago, a caçadora

Ártemis, divindade da caça e dos animais selvagens, surge com uma jovem em roupas rústicas, sempre carregando um arco e uma espada. Além de seus títulos normais, ela também é chamada "A Ruidosa Artemis" por seus altos brados de caça.

Ártemis é irmã gêmea de Apolo, filha de Zeus e da Titã Leto. Ela geralmente se mantém afastada dos mortais, embora aprecie a companhia de ninfas e dríades.

DOGMA

Os ensinamentos de Ártemis enfatizam o valor material e sagrado das terras selvagens e de seus habitantes. Ela é amiga das ninfas e das dríades e, em menor grau, dos centauros e sátiros (suas predileções claramente pendem às mulheres de todas as espécies). Seus seguidores, incluindo as criaturas silvestres, são conclamados a proteger as áreas selvagens, prevenindo sua destruição ou uso abusivo.

Embora a própria Ártemis seja uma caçadora selvagem ela ordena que seus seguidores caçem apenas o que necessitam como alimento e jamais por esporte.
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